Parceria une a captação analógica “old school” de “Urutu Fitas” à inteligência de dados global, levando a crueza das gravações em rolo para o topo das plataformas de streaming.
Nas salas do Estúdio Urutu, onde o giro dos rolos de fita substitui o brilho das telas de computador, Carol Maia deu vida a “Urutu Fitas”, EP que acaba de chegar aos apps de música via Algohits. Especializado em capturar a música sem o filtro de processos digitais, o estúdio paulistano opera sob a filosofia da performance real e sem retoques. Através do selo Urutu Discos, o projeto une a captação visceral em fita magnética coordenada por Otavio Cintra e Vicente Barroso à inteligência de distribuição da Algohits, garantindo que a alma analógica de faixas como “Vermelha Rosa” seja traduzida com fidelidade para a audiência global.
O repertório é composto pelas faixas Cinza, Áspera Espaçonave, Feroz, Distante e o destaque Vermelha Rosa, cujos arranjos remetem à instrumentação icônica de Gilberto Gil em 1971. Gravado inteiramente em take único na “Sala da Frente” do estúdio, o projeto utilizou a compressão natural do meio analógico para evitar as correções comuns da indústria atual, focando na interpretação vocal direta e na interação orgânica entre o baixo de José Miguel Brasil e a bateria de Thomás Medeiros. Esse posicionamento editorial, que prioriza a emoção sobre a técnica estéril, serve como uma prévia do próximo álbum solo de Carol Maia.
A parceria estratégica permite que o Estúdio Urutu mantenha sua operação artesanal enquanto a Algohits escala a circulação das obras com dados de alta performance para plataformas como Spotify e Apple Music. O lançamento é acompanhado por uma live session no YouTube, reforçando a narrativa de “música real” e a estética visual do selo.