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São Paulo, maio de 2026 – A FebraTêxtil 2026 reforça seu papel como espaço de transformação ao destacar ações sociais que conectam inovação, sustentabilidade e inclusão produtiva. Entre os principais destaques está o projeto do Instituto SUSTEXMODA, que capacita refugiados e pessoas em vulnerabilidade social por meio do upcycling têxtil em escala, promovendo geração de renda a partir do reaproveitamento de resíduos.


Criado em 2023 a partir do núcleo de pesquisa NAPI – USP SUSTEXMODA, o instituto desenvolve projetos socioambientais voltados à indústria da moda, em cooperação com a Receita Federal do Brasil, a Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto Bibliaspa, responsável pelo ensino de português aos participantes, que são refugiados que chegaram ao país com vistos humanitários.

Durante a feira, no estande da Andrade Máquinas, o público poderá acompanhar a demonstração da técnica LINE FLOW, um método de patchwork industrial criado pela professora Margo Isaac, que permite o aproveitamento integral de aparas têxteis geradas no corte industrial. A proposta transforma resíduos em um novo material com aplicação em vestuário, calçados, bolsas e design de interiores.

“Resíduo têxtil é matéria-prima, não é lixo!”, destaca a professora Dra. Francisca Dantas Mendes.

Na mesma linha de impacto social e economia circular, a ONG Florescer também participa da FebraTêxtil com iniciativas voltadas à capacitação e geração de renda para mulheres da comunidade de Paraisópolis. O projeto atua no reaproveitamento de resíduos, especialmente jeans, transformando materiais descartados em novos produtos e oportunidades.

“Nossa parceria com a FebraTêxtil é fundamental para mostrar que a moda pode e deve ser um motor de transformação social. Levar o trabalho das nossas mulheres para um evento dessa magnitude é a prova de que a sustentabilidade se faz com inclusão e valorização humana”, afirma Nadia Bacchi, presidente da ONG Florescer.

Para Conceição Ruiz, diretora de Marketing e Vendas da Andrade Máquinas, iniciativas como essas evidenciam o papel estratégico da indústria. “A inovação no setor têxtil precisa caminhar junto com a responsabilidade socioambiental. Estamos falando de impacto real: inclusão social, capacitação e processos produtivos mais conscientes.”

A organização do evento reforça que esse movimento aponta para o futuro da cadeia produtiva. “A FebraTêxtil se consolida como um espaço não apenas de negócios, mas de discussão sobre os caminhos do setor. Projetos como esses mostram que é possível alinhar inovação, sustentabilidade e impacto social de forma concreta e escalável”, afirma Hélvio Jr, diretor do Febratex Group.

Ao reunir iniciativas que conectam inclusão, inovação e sustentabilidade, a FebraTêxtil evidencia que ações sociais deixam de ser periféricas e passam a ocupar papel central na indústria da moda.

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