Onda Phytoervas inicia busca pelo bicampeonato do Circuito Rio com vitória na Super40
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A disputa pelo título do Campeonato Brasileiro de Oceano 2026 teve um importante avanço para o Onda Phytoervas na abertura do 57º Circuito Rio. Em uma competição marcada pela necessidade de regularidade e pelo peso crescente das regatas na classificação, a equipe venceu o desafio Super40 na sexta-feira, 30 de outubro, e assumiu a liderança entre os Soto40. A conquista veio na regata Victor Demaison, de 22 milhas náuticas, disputada no Rio de Janeiro.

Mesmo com mudanças na intensidade do vento e um problema técnico durante a navegação, o time conseguiu administrar as dificuldades e concluir o percurso na frente dos adversários da categoria.

O resultado representa um começo positivo para o projeto Phytoervas 4Z, que conta com o co-patrocínio da Galápagos Capital e pretende repetir a conquista do Circuito Rio de 2025. A equipe também vive uma fase de adaptação ao Onda Phytoervas, embarcação incorporada à estrutura neste mês e que teve sua primeira participação pelo projeto na 76ª Regata Santos-Rio.

Após a vitória, Marcelo Bellotti avaliou as condições da prova e ressaltou a capacidade do grupo de superar os imprevistos.

“Foi uma regata muito boa, com vento sudoeste que variou de fraco a forte. Velejamos muito bem e, mesmo com uma quebra, conseguimos gerenciar a situação e manter um bom desempenho. Assumimos a liderança na Super40 e estamos na briga pelo bicampeonato do Circuito Rio. Ainda temos muita regata pela frente”, afirma Marcelo Bellotti.

Classificação acirrada entre os Soto40

A categoria Super40 integra a classe ORC e promove uma disputa específica entre embarcações Soto40. Desenvolvidos para alta performance e seguindo um mesmo padrão de modelo, os barcos permitem confrontos diretos entre equipes com características técnicas semelhantes.

No acumulado do Campeonato Brasileiro de Oceano, que reúne os resultados da Regata Santos-Rio e da prova de abertura do Circuito Rio, o Onda Phytoervas chegou a 11,6 pontos. O Bravo Soto40 está na segunda posição, com 11,5, diferença de apenas um décimo. O Inaê Soto completa as três primeiras colocações, somando 8,4 pontos.

A equipe também aparece na quinta posição em outras duas disputas: na classificação geral da ORC, com 36,7 pontos, e na ORC Performance, com 13,7. Na prova inaugural do Circuito Rio, o resultado do time nesta última divisão foi o quarto lugar.

Regulamento exige regularidade

As atividades do Circuito Rio terminaram na segunda-feira, 2 de novembro, após uma programação que incluiu regatas de barlavento e sotavento. No Campeonato Brasileiro, a pontuação de cada prova recebe um acréscimo progressivo de 0,1, conforme a sequência das disputas.

Outro aspecto importante do regulamento é a ausência de descartes. Dessa maneira, todos os resultados obtidos pelas equipes são computados na classificação, o que aumenta a relevância de manter um desempenho consistente durante toda a competição.

O projeto Phytoervas chega à disputa depois de um ano de conquistas. Em 2025, venceu tanto a Regata Santos-Rio quanto o Circuito Rio com o Phytoervas 4Z. Agora, a entrada do Onda Phytoervas amplia a estrutura da equipe, que conta com oito barcos nas classes ORC, Star e Snipe e mantém investimentos na formação de novos atletas por meio da Vela Jovem.

Resultados do Brasileiro de Oceano: Sail Race

O maior projeto da vela brasileira

Com uma trajetória marcada pela continuidade e pela participação em diferentes modalidades, o Phytoervas é apontado como o projeto de maior longevidade e consistência da vela brasileira. Sua estrutura conta com nove barcos nas classes Star, Snipe e ORC, com velejadores presentes em competições olímpicas, sul-americanas e de oceano.

Entre os principais resultados de 2025 estão o vice-campeonato geral da Semana Internacional de Vela de Ilhabela e a conquista do tricampeonato na classe Soto40. O time também venceu a tradicional Regata Santos-Rio e o Circuito Rio. Além das conquistas coletivas, o projeto possui títulos individuais em campeonatos nacionais e sul-americanos nas classes Star e Snipe.

Sobre a Phytoervas

A história da Phytoervas começou em 1986, com o propósito de desenvolver produtos de beleza natural para os cabelos. A marca trabalha com o conceito de Cosmética Integral, baseado na utilização responsável de ativos naturais em sua forma mais pura e no compromisso com a preservação ambiental.

Reconhecida por ter sido pioneira no desenvolvimento do shampoo sem sal, a empresa ampliou sua atuação e investiu em inovação. Atualmente, todos os seus produtos são veganos e cruelty-free, sem parabenos, sulfatos ou corantes. O catálogo também deixou de se limitar aos cuidados capilares e passou a incluir produtos para o corpo e para a casa, comercializados pelo site www.phytoervas.com.br.

Sobre a Galapagos Capital

Fundada em 2019 por executivos seniores com experiência consolidada no mercado, a Galapagos Capital atua internacionalmente no segmento de investimentos. A companhia disponibiliza soluções financeiras interconectadas para pessoas físicas, famílias e empresas.

Seu grupo econômico reúne mais de 400 profissionais, distribuídos em onze escritórios brasileiros e unidades localizadas em Miami, Genebra e Abu Dhabi. A empresa possui uma base superior a 50 mil investidores e aproximadamente R$ 40 bilhões sob gestão.

Sobre a Raff Infra

A RAFF Infra atua no mercado brasileiro de infraestrutura, com foco em energia limpa e iniciativas sustentáveis. A companhia desenvolve e opera ativos por meio de investimentos estratégicos, contribuindo para diversificar a matriz energética e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico nacional.

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