Negócios
Especialista analisa Plano Remessa Conforme e alerta sobre práticas ilegais
Segundo Wagner Moraes, CEO da A&S Partners, economista e especialista em varejo, o plano da Receita Federal para compras internacionais pode ser ineficaz no combate à sonegação e ainda incentivar a prática de contrabando ou de fraudes fiscais. Sem contar a queda no consumo, na arrecadação e na geração de empregos.
Após gerar repercussão negativa nas redes sociais, o plano de taxação das varejistas internacionais começou a valer a partir desta terça-feira (01/08). Batizado de Remessa Conforme, visa combater a sonegação em compras eletrônicas internacionais, determinando que empresas como Shein, Shopee e AliExpress se cadastrem no sistema da Receita Federal para emissão de nota fiscal eletrônica. Além disso, as varejistas precisam fazer o recolhimento dos impostos IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o II (Imposto de Importação) no momento em que o produto é vendido. Essa mudança deve gerar um aumento variado que pode chegar a mais de 50% sobre o valor do produto.
Para o CEO da A&S Partners, empresa que atua na fintechização de varejistas e Meios de Pagamento, essa questão é complexa e polêmica, que envolve diversos fatores e interesses. “Por um lado, a Receita Federal argumenta que as novas regras visam garantir a arrecadação de impostos e a concorrência leal entre os vendedores nacionais e estrangeiros. Por outro lado, as empresas de comércio eletrônico internacional afirmam que as novas regras vão encarecer os produtos, reduzir as opções de consumo e prejudicar os clientes”, pontua.
De acordo com análise do economista, especialista em Varejo, Wagner Moraes, essa mudança vai impactar o varejo brasileiro, a economia e os consumidores de forma negativa. “Podemos destacar em primeiro lugar a possibilidade dessas empresas internacionais deixarem de operar no Brasil ou reduzir sua oferta de produtos, o que diminui a competitividade e a diversidade do mercado. Segundo, porque os consumidores terão que pagar mais caro pelos produtos ou desistir de comprar, o que afeta o poder de compra e a satisfação dos clientes. Terceiro, porque a economia pode sofrer com a queda no consumo, na arrecadação e na geração de empregos, tendo em vista que muitos lojistas de pequeno porte tinham como fonte de mercadorias as varejistas internacionais”, alerta.
Wagner salienta que a pressão feita pelo varejo nacional para que isso ocorresse foi errônea e sem propósito, pois a participação das empresas no comércio eletrônico ainda não é expressiva a ponto de comprometer o volume de vendas das empresas nacionais de forma que possa justificar uma medida como essa. “Faltou foco nessa “briga” por parte das empresas varejistas nacionais. É preciso mirar na eficiência, digitalização da jornada do cliente, oferta de produtos competitivos para o cliente e redução da carga tributária nas operações do setor. Ou seja, aplicou-se aquela velha máxima: “se o concorrente é melhor que eu, vou brigar para deixar o seu produto mais caro, assim não preciso baratear o meu!” O correto deveria ser: “preciso ser mais eficiente que o meu concorrente, oferecer produtos melhores e com preços mais baixos”! O consumidor, o mercado e a União sairiam ganhando”, enfatiza.
O Economista explica que uma solução melhor seria promover uma reforma tributária que simplificasse e reduzisse os impostos sobre as compras nacionais e internacionais, estimulando um comércio justo e transparente. “Também acho que uma solução melhor seria incentivar a inovação e a qualidade do varejo nacional, oferecendo produtos competitivos e mais atraentes, a preço justo para os consumidores”, finaliza.
Negócios
Tecnobank sobe 13 posições no ranking das melhores empresas de tecnologia do GPTW em 2025
Empresa recebe certificação Great Place to Work pelo sexto ano consecutivo e se consolida entre as empresas de médio porte no ranking nacional
A Tecnobank, líder no registro eletrônico de contratos de financiamento de veículos, conquistou pelo sexto ano consecutivo a certificação Great Place to Work (GPTW) e subiu 13 posições no ranking nacional das melhores médias empresas de Tecnologia da Informação para trabalhar no Brasil.
De acordo com a gerente de Pessoas & Cultura, Monalisa Alcantara, o resultado reforça o amadurecimento da cultura organizacional e o compromisso contínuo com um ambiente de trabalho saudável, colaborativo e inclusivo, sustentado por uma gestão baseada em escuta ativa e proximidade com as pessoas.
“Estar novamente entre as melhores empresas de Tecnologia para trabalhar e ainda avançar 13 posições no ranking é um reconhecimento muito especial para nós. Esse avanço mostra que estamos no caminho certo ao colocar as pessoas no centro das decisões, ouvindo nossos times e ajustando práticas para que cada um se sinta respeitado, acolhido e com espaço para se desenvolver”, afirma. “A premiação confirma o compromisso diário com um ambiente onde as relações são genuínas e a confiança é construída na prática”, ressalta.
Monalisa também ressalta o impacto do reconhecimento para a marca empregadora. “Quando a GPTW nos certifica pelo sexto ano seguido, isso envia ao mercado uma mensagem importante ao mercado: a Tecnobank é um lugar onde vale a pena construir carreira. Isso fortalece nossa capacidade de atrair e reter profissionais alinhados aos nossos valores e ao propósito de transformar, com tecnologia e segurança, a experiência de financiamento de veículos no Brasil”, completa.
Sobre a certificação GPTW
A certificação Great Place to Work é concedida com base na percepção dos colaboradores a partir da pesquisa de clima e da análise das práticas de gestão de pessoas das empresas participantes. O reconhecimento consecutivo e a ascensão no ranking reforçam que as iniciativas da Tecnobank em bem-estar, desenvolvimento e inclusão têm gerado melhores experiências aos colaboradores e impacto consistente nos resultados do negócio.
Negócios
A força do jeans nacional: como Dienithon Monteiro eleva o Brasil ao cenário global
A indústria de jeans brasileira consolida-se como uma das mais influentes do mundo, destacando-se pela combinação entre criatividade, tecnologia e alto padrão de qualidade. Esse conjunto tem colocado o país no radar de nações tradicionalmente fortes no setor têxtil, como a Itália, abrindo portas para parcerias estratégicas e integração em cadeias globais de valor. Nesse cenário competitivo, profissionais especializados têm desempenhado papel decisivo na modernização e no crescimento das empresas nacionais. Entre eles, ganha relevância a atuação de Dienithon Monteiro, reconhecido por sua contribuição técnica e estratégica para o avanço do jeanswear brasileiro.
Com passagem marcante pela Pit Bull Jeans, Monteiro acumulou resultados expressivos. Sob sua liderança, a empresa registrou crescimento de 30% no faturamento em apenas um ano, além da expansão de 10% na base de clientes em todo o território nacional. Ele também foi responsável pela estruturação e gestão de uma rede de 23 representantes comerciais, desempenhando um trabalho que reforçou a presença da marca nos principais pólos varejistas do país. “Em grandes centros comerciais, as vendas de jeans podem representar quase 26% do total do segmento de roupas, demonstrando sua alta demanda”, explica.
Monteiro destaca que o sucesso do setor não é fruto do acaso, mas de uma combinação de processos eficientes e proximidade com o mercado. “Estruturar um departamento desde o início é fundamental em conjunto com uma equipe altamente capacitada, definindo políticas comerciais, estratégias de vendas e padrões operacionais. Liderei uma equipe distribuída em diversos estados brasileiros, realizando visitas semanais para supervisionar, orientar e garantir alinhamento com os objetivos corporativos”, detalha. Segundo ele, as convenções anuais com representantes, compostas por treinamentos, palestras motivacionais e visitas à fábrica, foram essenciais para promover integração e engajamento.
O jeanswear, que historicamente ocupa lugar de destaque entre os artigos de vestuário, continua em trajetória de expansão no país. O setor gera milhares de empregos diretos e indiretos e movimenta cifras bilionárias. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o segmento têxtil nacional representa uma das maiores cadeias produtivas do hemisfério sul, e o jeans corresponde a uma fatia significativa desse volume econômico.
Para especialistas, o bom desempenho do setor está diretamente ligado à capacidade de adaptação das empresas diante das novas exigências do mercado global. Dienithon Monteiro, administrador com especialização em Gestão em Marketing e Vendas pela FATAP, avalia que o momento exige atenção constante às tendências internacionais. “O setor necessita e busca inovação, com foco em sustentabilidade e novas tecnologias de produção para atender às demandas de consumo e manter sua relevância no mercado mundial”, afirma.
Com investimentos em tecnologia, processos mais sustentáveis e liderança qualificada, o Brasil reforça sua posição como referência em jeanswear. A atuação de profissionais como Dienithon Monteiro evidencia que inovação, gestão estratégica e conexão com o mercado são pilares fundamentais para manter o país no centro das discussões globais do setor têxtil.
Negócios
Quando investir custa menos do que comprar um celular novo
Na Black Friday, franquias de baixo custo ganham espaço como alternativa para transformar 13º salário em renda recorrente
Com o início das promoções de Black Friday, grande parte dos consumidores volta os olhos para eletrônicos, especialmente smartphones. Mas um movimento paralelo começa a ganhar força: o interesse em transformar o dinheiro do 13º salário em investimento, não em consumo. E, nessa virada de mentalidade, o franchising de baixo custo desponta como alternativa para quem quer empreender com risco reduzido e retorno mais previsível.
Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor cresceu 14,2% no segundo trimestre de 2025, movimentando R$ 69,9 bilhões. O avanço é puxado principalmente por modelos mais acessíveis, que permitem iniciar uma operação estruturada sem necessidade de ponto físico e equipe robusta. Nesse contexto, algumas redes vêm adotando estratégias agressivas para atrair novos empreendedores durante o mês de novembro.
A Azul Empréstimo, referência nacional em crédito consignado, financiamento, consórcios e seguros, anunciou uma campanha especial de Black Friday com desconto de R$ 5 mil em todas as modalidades de franquia. No modelo Home Office, o investimento cai de R$ 15.900 para R$ 9.900, valor inferior ao de grande parte dos smartphones lançados neste ano. A promoção é válida de 1º a 30 de novembro de 2025.
Para além do preço reduzido, o apelo está no custo de oportunidade. Enquanto um celular tem depreciação imediata e precisa ser substituído em poucos anos, uma operação de franquia pode gerar renda recorrente, seja como atividade principal ou complementar. O modelo home office da rede, por exemplo, tem faturamento médio entre R$ 50 mil e R$ 150 mil mensais, com retorno estimado entre seis e doze meses.
“Há uma mudança cultural silenciosa acontecendo. O brasileiro está começando a perceber que o consumo imediato traz satisfação rápida, mas não constrói futuro. Já o investimento certo pode representar autonomia financeira, independência de carreira e previsibilidade de renda”, explica Kácio Tokumoto, cofundador da marca.
Ao contrário de iniciar um negócio sozinho, onde o empreendedor precisa aprender tudo pela primeira vez, o modelo de franquia oferece suporte, treinamento, processos prontos e acompanhamento, reduzindo risco operacional. É esse fator que tem atraído tanto profissionais que desejam deixar o emprego formal quanto pessoas que buscam uma segunda fonte de renda.
Em um cenário econômico onde o crédito segue caro e o custo de vida pressionado, a decisão entre consumir agora ou investir no próprio futuro se torna mais evidente. Para muitos, a Black Friday deste ano não será sobre o que comprar, mas sobre o que construir.
Raio-X da Azul Empréstimo
Modelo Home
Investimento inicial: a partir de R$ 15,9 mil
Faturamento médio mensal: até R$ 150 mil
Lucro líquido mensal por unidade: 8% a 15%Royalties: Isento
Fundo de publicidade: Isento
Prazo de retorno do investimento: 6 a 12 meses
Prazo do contrato: 5 anos
Sobre a Azul Empréstimo
Fundada em 2010, a Azul Empréstimo é uma rede de franquias especializada em crédito consignado, pessoal, financiamento, consórcios, seguros e produtos exclusivos como AzulPay e Azulsolar. Com mais de 780 unidades em operação em todo o Brasil, oferece modelos de negócio flexíveis, suporte humanizado e treinamento diferenciado para seus franqueados, atuando com ética, transparência e foco em resultados.
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