Foto: Divulgação

A música “Ralando As Coxas” chegou às plataformas digitais no fim de abril como uma das apostas do novo projeto audiovisual de Lorena Cristine, o EP “Meu Copo Não Trai”. A faixa conta com a participação de Márcia Fellipe e rapidamente começou a repercutir entre fãs do forró e do sertanejo por sua mistura de irreverência, sensualidade e humor popular.

Lançada oficialmente em abril, a música integra o primeiro volume do projeto “Meu Copo Não Trai”, gravado ao vivo no Villa Country, em São Paulo. O projeto marca uma nova fase na carreira de Lorena Cristine e aposta fortemente em colaborações femininas dentro da música brasileira.

Com pouco mais de dois minutos de duração, “Ralando As Coxas” segue uma fórmula que vem dominando as redes sociais e plataformas de vídeo curto, com refrão fácil, linguagem popular e forte apelo visual para danças e trends.

Na análise da letra, a canção utiliza o duplo sentido como principal elemento narrativo. A expressão “ralando as coxas” faz referência direta à proximidade física e à sensualidade, algo bastante presente no forró contemporâneo e no piseiro. Ao mesmo tempo, a composição brinca com situações cotidianas de forma descontraída, criando identificação imediata com o público.

A escolha de Márcia Fellipe para a colaboração reforça ainda mais essa proposta. Conhecida por sucessos marcados por empoderamento feminino, irreverência e forte presença de palco, a cantora adiciona personalidade à faixa e potencializa a energia provocativa da música. Já Lorena Cristine utiliza a parceria como uma forma de expandir sua identidade artística, transitando entre o sertanejo e o forró eletrônico.

Outro ponto que chama atenção é como a música acompanha uma tendência crescente do mercado musical brasileiro, com canções pensadas para a viralização digital. O refrão repetitivo, a possibilidade de coreografias e a estética divertida e ousada tornam “Ralando As Coxas” um produto alinhado ao TikTok e aos Reels.

Além disso, o lançamento reforça o espaço cada vez maior das mulheres em gêneros historicamente dominados por homens. O projeto de Lorena Cristine reúne nomes femininos em destaque e aposta justamente nessa união como diferencial artístico.

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