Negócios
Empreendedorismo em alta: brasileiros buscam realizar o sonho de ter o próprio negócio
Na busca por realizar seus sonhos e alcançar a independência financeira, cada vez mais brasileiros estão empreendendo. De acordo com o relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2022, divulgado pelo Sebrae e pela Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (Anegepe), ter o próprio negócio ocupa o segundo lugar nas prioridades dos brasileiros.
A pesquisa revelou que 60% dos entrevistados afirmaram que ter uma empresa é um dos seus maiores desejos, representando um recorde nos últimos 23 anos desde que o relatório teve início. Em comparação a 2018, houve um crescimento impressionante de 42 pontos percentuais nessa estatística. O sonho de viajar ainda ocupa o primeiro lugar entre os brasileiros, mas com uma pequena diferença em relação ao empreendedorismo: apenas 1% separa essas duas categorias. É evidente que a busca pela liberdade de realizar seus próprios projetos e conquistar autonomia financeira tem se fortalecido cada vez mais na sociedade brasileira.
Sophia Utnick, empresária e CEO da Elite Intermodal logistics , além de dona de uma das maiores empresas de distribuição de cerveja de Nova York, conhece bem a jornada empreendedora. Com uma trajetória humilde, Sophia viu sua mãe trabalhar como faxineira por muitos anos e, através de muito esforço e estudo, construiu seu próprio negócio de sucesso.
Segundo Sophia, empreender é uma jornada desafiadora, mas gratificante. “É necessário estar preparado para enfrentar os obstáculos, buscar sempre conhecimento e se adaptar às mudanças do mercado. Ser empreendedor exige coragem, determinação e uma visão clara do seu propósito”, ressalta a profissional.
Com base em sua experiência, ela compartilha 10 dicas valiosas para aqueles que desejam embarcar no mundo do empreendedorismo:
Identifique uma oportunidade de mercado e tenha clareza sobre o problema que seu negócio irá resolver.
Elabore um plano de negócios sólido que inclua análise de mercado, estratégias de marketing e projeções financeiras.
Busque capacitação e conhecimento através de cursos, workshops e mentorias para desenvolver suas habilidades empreendedoras.
Construa uma rede de contatos sólida e esteja aberto a parcerias estratégicas que possam impulsionar o crescimento do seu negócio.
Esteja disposto a correr riscos calculados e aprender com os erros ao longo do caminho.
Tenha uma visão clara e definida para o seu negócio, estabelecendo metas e objetivos a serem alcançados a curto, médio e longo prazo.
Invista na construção de uma equipe talentosa e engajada, pois o sucesso do seu empreendimento depende do trabalho conjunto e do comprometimento de todos.
Mantenha-se atualizado sobre as tendências e inovações do seu setor, buscando constantemente formas de se diferenciar e se adaptar às mudanças do mercado.
Cultive um relacionamento próximo e de confiança com seus clientes, oferecendo um atendimento de excelência e valorizando a satisfação deles.
Esteja preparado para enfrentar os desafios e as adversidades que surgirão ao longo da jornada empreendedora. A resiliência e a capacidade de se reinventar são fundamentais para superar os obstáculos e alcançar o sucesso.
A empresária ressalta que, além dessas dicas, é essencial que os empreendedores sejam persistentes, dedicados e apaixonados pelo que fazem. “O caminho do empreendedorismo pode ser desafiador, mas também é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. Acredite no seu potencial, siga em frente com determinação e não tenha medo de buscar ajuda e orientação quando necessário”, destaca Utnick.
Com o crescimento do interesse pelo empreendedorismo no Brasil, é importante que os aspirantes a empreendedores busquem informações, orientações e inspirações para trilharem um caminho de sucesso.
Sobre Sophia Utnick
Empresária brasileira conhecida nos Estados Unidos por seus empreendimentos. Enquanto lá seu nome é sempre associado ao sucesso de suas empreitadas, por aqui é sinônimo de ajuda ao próximo. Mas não foi fácil chegar até aqui. Hoje ela é dona de uma empresa de distribuição de cerveja, uma das maiores no ramo, em Nova York. Também é proprietária de uma empresa de landscape, em Miami. Além de paisagista, atualmente tem se destacado também em produção na área cultural.Durante a pandemia da Covid-19, Sophia decidiu criar a Utnick Production, empresa que busca ajudar artistas iniciantes com despesas da carreira e a fazer contatos no meio para crescer profissionalmente. Alguns deles estão sempre presentes nas páginas de jornais, revistas e sites da web, como MC Lipinho Atrevido, Keila Ruama, Merson, DJ POP na Batida, da Love Funk e a TP Produtora.
Créditos: MF Press Global – Agência de Marketing e Comunicação – Nicoli Martinazzo
Negócios
Tecnobank sobe 13 posições no ranking das melhores empresas de tecnologia do GPTW em 2025
Empresa recebe certificação Great Place to Work pelo sexto ano consecutivo e se consolida entre as empresas de médio porte no ranking nacional
A Tecnobank, líder no registro eletrônico de contratos de financiamento de veículos, conquistou pelo sexto ano consecutivo a certificação Great Place to Work (GPTW) e subiu 13 posições no ranking nacional das melhores médias empresas de Tecnologia da Informação para trabalhar no Brasil.
De acordo com a gerente de Pessoas & Cultura, Monalisa Alcantara, o resultado reforça o amadurecimento da cultura organizacional e o compromisso contínuo com um ambiente de trabalho saudável, colaborativo e inclusivo, sustentado por uma gestão baseada em escuta ativa e proximidade com as pessoas.
“Estar novamente entre as melhores empresas de Tecnologia para trabalhar e ainda avançar 13 posições no ranking é um reconhecimento muito especial para nós. Esse avanço mostra que estamos no caminho certo ao colocar as pessoas no centro das decisões, ouvindo nossos times e ajustando práticas para que cada um se sinta respeitado, acolhido e com espaço para se desenvolver”, afirma. “A premiação confirma o compromisso diário com um ambiente onde as relações são genuínas e a confiança é construída na prática”, ressalta.
Monalisa também ressalta o impacto do reconhecimento para a marca empregadora. “Quando a GPTW nos certifica pelo sexto ano seguido, isso envia ao mercado uma mensagem importante ao mercado: a Tecnobank é um lugar onde vale a pena construir carreira. Isso fortalece nossa capacidade de atrair e reter profissionais alinhados aos nossos valores e ao propósito de transformar, com tecnologia e segurança, a experiência de financiamento de veículos no Brasil”, completa.
Sobre a certificação GPTW
A certificação Great Place to Work é concedida com base na percepção dos colaboradores a partir da pesquisa de clima e da análise das práticas de gestão de pessoas das empresas participantes. O reconhecimento consecutivo e a ascensão no ranking reforçam que as iniciativas da Tecnobank em bem-estar, desenvolvimento e inclusão têm gerado melhores experiências aos colaboradores e impacto consistente nos resultados do negócio.
Negócios
A força do jeans nacional: como Dienithon Monteiro eleva o Brasil ao cenário global
A indústria de jeans brasileira consolida-se como uma das mais influentes do mundo, destacando-se pela combinação entre criatividade, tecnologia e alto padrão de qualidade. Esse conjunto tem colocado o país no radar de nações tradicionalmente fortes no setor têxtil, como a Itália, abrindo portas para parcerias estratégicas e integração em cadeias globais de valor. Nesse cenário competitivo, profissionais especializados têm desempenhado papel decisivo na modernização e no crescimento das empresas nacionais. Entre eles, ganha relevância a atuação de Dienithon Monteiro, reconhecido por sua contribuição técnica e estratégica para o avanço do jeanswear brasileiro.
Com passagem marcante pela Pit Bull Jeans, Monteiro acumulou resultados expressivos. Sob sua liderança, a empresa registrou crescimento de 30% no faturamento em apenas um ano, além da expansão de 10% na base de clientes em todo o território nacional. Ele também foi responsável pela estruturação e gestão de uma rede de 23 representantes comerciais, desempenhando um trabalho que reforçou a presença da marca nos principais pólos varejistas do país. “Em grandes centros comerciais, as vendas de jeans podem representar quase 26% do total do segmento de roupas, demonstrando sua alta demanda”, explica.
Monteiro destaca que o sucesso do setor não é fruto do acaso, mas de uma combinação de processos eficientes e proximidade com o mercado. “Estruturar um departamento desde o início é fundamental em conjunto com uma equipe altamente capacitada, definindo políticas comerciais, estratégias de vendas e padrões operacionais. Liderei uma equipe distribuída em diversos estados brasileiros, realizando visitas semanais para supervisionar, orientar e garantir alinhamento com os objetivos corporativos”, detalha. Segundo ele, as convenções anuais com representantes, compostas por treinamentos, palestras motivacionais e visitas à fábrica, foram essenciais para promover integração e engajamento.
O jeanswear, que historicamente ocupa lugar de destaque entre os artigos de vestuário, continua em trajetória de expansão no país. O setor gera milhares de empregos diretos e indiretos e movimenta cifras bilionárias. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o segmento têxtil nacional representa uma das maiores cadeias produtivas do hemisfério sul, e o jeans corresponde a uma fatia significativa desse volume econômico.
Para especialistas, o bom desempenho do setor está diretamente ligado à capacidade de adaptação das empresas diante das novas exigências do mercado global. Dienithon Monteiro, administrador com especialização em Gestão em Marketing e Vendas pela FATAP, avalia que o momento exige atenção constante às tendências internacionais. “O setor necessita e busca inovação, com foco em sustentabilidade e novas tecnologias de produção para atender às demandas de consumo e manter sua relevância no mercado mundial”, afirma.
Com investimentos em tecnologia, processos mais sustentáveis e liderança qualificada, o Brasil reforça sua posição como referência em jeanswear. A atuação de profissionais como Dienithon Monteiro evidencia que inovação, gestão estratégica e conexão com o mercado são pilares fundamentais para manter o país no centro das discussões globais do setor têxtil.
Negócios
Quando investir custa menos do que comprar um celular novo
Na Black Friday, franquias de baixo custo ganham espaço como alternativa para transformar 13º salário em renda recorrente
Com o início das promoções de Black Friday, grande parte dos consumidores volta os olhos para eletrônicos, especialmente smartphones. Mas um movimento paralelo começa a ganhar força: o interesse em transformar o dinheiro do 13º salário em investimento, não em consumo. E, nessa virada de mentalidade, o franchising de baixo custo desponta como alternativa para quem quer empreender com risco reduzido e retorno mais previsível.
Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor cresceu 14,2% no segundo trimestre de 2025, movimentando R$ 69,9 bilhões. O avanço é puxado principalmente por modelos mais acessíveis, que permitem iniciar uma operação estruturada sem necessidade de ponto físico e equipe robusta. Nesse contexto, algumas redes vêm adotando estratégias agressivas para atrair novos empreendedores durante o mês de novembro.
A Azul Empréstimo, referência nacional em crédito consignado, financiamento, consórcios e seguros, anunciou uma campanha especial de Black Friday com desconto de R$ 5 mil em todas as modalidades de franquia. No modelo Home Office, o investimento cai de R$ 15.900 para R$ 9.900, valor inferior ao de grande parte dos smartphones lançados neste ano. A promoção é válida de 1º a 30 de novembro de 2025.
Para além do preço reduzido, o apelo está no custo de oportunidade. Enquanto um celular tem depreciação imediata e precisa ser substituído em poucos anos, uma operação de franquia pode gerar renda recorrente, seja como atividade principal ou complementar. O modelo home office da rede, por exemplo, tem faturamento médio entre R$ 50 mil e R$ 150 mil mensais, com retorno estimado entre seis e doze meses.
“Há uma mudança cultural silenciosa acontecendo. O brasileiro está começando a perceber que o consumo imediato traz satisfação rápida, mas não constrói futuro. Já o investimento certo pode representar autonomia financeira, independência de carreira e previsibilidade de renda”, explica Kácio Tokumoto, cofundador da marca.
Ao contrário de iniciar um negócio sozinho, onde o empreendedor precisa aprender tudo pela primeira vez, o modelo de franquia oferece suporte, treinamento, processos prontos e acompanhamento, reduzindo risco operacional. É esse fator que tem atraído tanto profissionais que desejam deixar o emprego formal quanto pessoas que buscam uma segunda fonte de renda.
Em um cenário econômico onde o crédito segue caro e o custo de vida pressionado, a decisão entre consumir agora ou investir no próprio futuro se torna mais evidente. Para muitos, a Black Friday deste ano não será sobre o que comprar, mas sobre o que construir.
Raio-X da Azul Empréstimo
Modelo Home
Investimento inicial: a partir de R$ 15,9 mil
Faturamento médio mensal: até R$ 150 mil
Lucro líquido mensal por unidade: 8% a 15%Royalties: Isento
Fundo de publicidade: Isento
Prazo de retorno do investimento: 6 a 12 meses
Prazo do contrato: 5 anos
Sobre a Azul Empréstimo
Fundada em 2010, a Azul Empréstimo é uma rede de franquias especializada em crédito consignado, pessoal, financiamento, consórcios, seguros e produtos exclusivos como AzulPay e Azulsolar. Com mais de 780 unidades em operação em todo o Brasil, oferece modelos de negócio flexíveis, suporte humanizado e treinamento diferenciado para seus franqueados, atuando com ética, transparência e foco em resultados.
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