Dia dos Pais terá tíquete médio a partir de R$ 180 e comércio terá horário especial em Jundiaí
Magnific

O comércio de
Jundiaí se prepara para o Dia dos Pais, celebrado neste domingo (09/08).
Setores de farmácia e perfumarias e lojas de vestuário estão entre os que devem
ter maior procura. A estimativa é de
que o tíquete médio seja entre R$ 180 a R$ 200. O Sindicato do Comércio
Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) informa que no 08/08,
primeiro sábado do mês após o quinto dia útil e véspera da
data, as lojas poderão atender até as 18h, conforme a Convenção Coletiva de
Trabalho (CCT).

Para o
varejo, o Dia dos Pais é fundamental para alavancar as vendas na primeira data
comemorativa do segundo semestre, avalia Edison Maltoni, presidente do
Sincomercio. Sobre o horário estendido, Maltoni destaca que além de representar
uma boa oportunidade para os comerciantes aumentarem suas vendas, ele oferece
mais tempo de compra aos consumidores.

“Os
lojistas devem destacar em suas vitrines os produtos para esta data, montar
kits de presentes, fazer promoções em redes sociais e aplicativos, criar
parcerias e diversificar as formas de pagamento. Os setores de gastronomia e
hotelaria também devem se beneficiar com a data”, destaca Maltoni.

Expectativas

Dentre
os segmentos mais afetados pelo Dia dos Pais, dois esperam alcançar números
positivos nessa data: farmácias e perfumarias, que devem faturar 3,7% a mais do
que em agosto do ano passado; e as lojas de roupas (alta de 1,7%).

Na análise do Sincomercio e da Fecomercio SP, isso acontece porque o evento tem
se tornado um momento de priorizar o que o mercado chama de “autocuidado”, com
ênfase na beleza — e daí a demanda pelas roupas e pelos cosméticos.

Outros
setores que devem se beneficiar com a data são:calçados, tecidos; acessórios (meias, cinto, óculos,
carteira e relógio), eletrônicos e eletrodomésticos, móveis e decoração.

“A estimativa é de que o tíquete médio seja
entre R$ 180 a R$ 200. Nossa expectativa é que tanto as comemorações
quanto os presentes tragam uma movimentação importante para o comércio que só
não será maior por conta do endividamento em alta e juros elevados. Por isso,
em relação às vendas, a expectativa é de um crescimento em torno de 1% em
relação ao ano anterior”, afirma Maltoni. 

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