A marca é conhecida por estampas que
esbanjam brasilidade e personalidade. No
último aniversário, fechou o mês com mais de 80 mil produtos vendidos
Em
2008, Bruno Imbrizi começou a produzir camisetas no próprio quarto. O
resultado: peças únicas, que apresentavam algo novo diante do que estava
disponível no mercado na época. O projeto cresceu e deu origem à Chico Rei.
Desde
o início, a marca apostou na valorização da cultura brasileira, com coleções
inspiradas em movimentos culturais e artistas como Gilberto Gil, Milton
Nascimento, Tarsila do Amaral, Elza Soares, Ariano Suassuna e muitos outros
parceiros.
“Na
Chico Rei, a gente sempre enxergou a camiseta como uma tela em branco para
criar e contar histórias. Talvez seja isso que faça a marca conversar com tanta
gente diferente. A gente cria estampas para muitos estilos, gostos e formas de
ver o mundo. Ao longo da nossa trajetória, a marca foi encontrando e abraçando
muita gente no caminho”, afirma Bruno Imbrizi, CEO da Chico Rei.
Crescimento
da Chico Rei em números
Em
2025, a empresa faturou R$ 35 milhões e projeta crescer 30% em 2026. Ao longo
do último ano, produziu mais de 600 mil camisetas e outros 32 mil itens, entre
canecas, bandeiras e acessórios pet.
Durante
o mês de aniversário, alcançou a marca de 80 mil produtos vendidos, resultado
que pretende superar neste maio.
Responsabilidade
Na contramão dos modelos de negócio de
alta exploração, tanto social quanto de recursos, a Chico Rei produz
integralmente no Brasil. A matéria-prima das camisetas, o algodão, que é
certificado pelo selo BCI (Better Cotton Initiative), vem do Nordeste. Outros
processos são feitos no Sudeste, como a fiação e a malharia, e no Sul, como o
tingimento. A costura e estamparia das peças é feita na fábrica em Juiz de
Fora.
Além da fábrica, a empresa também mantém
uma unidade de produção dentro da Penitenciária Professor Ariosvaldo Campos
Pires. O projeto na célula prisional capacita detentos para produção de
camisetas e já representa 15% do volume total de camisetas
confeccionadas pela marca. A iniciativa segue a legislação vigente e os
detentos recebem salário proporcional, com 25% do valor direcionado a uma conta
judicial, 50% destinado à assistência familiar e 25% revertido ao Estado. Além
disso, a cada três dias trabalhados, um dia é abatido da pena.
O
grande diferencial do projeto, na visão de Bruno, é pensar em como integrar
essas pessoas após o cumprimento da pena. “A gente entende a ressocialização
como uma via de mão dupla. Não basta preparar quem sai do sistema prisional, a
sociedade também precisa estar pronta para receber essas pessoas. Hoje, temos
profissionais muito competentes que passaram pela Ariosvaldo e agora fazem
parte da nossa equipe aqui fora”, pontua.
Desde
o início do projeto, a empresa investiu cerca de R$ 370 mil, sendo R$ 240 mil
na estruturação da célula, R$ 90 mil na capacitação e outros R$ 40 mil na
reforma de celas que beneficiaram 110 internos.
Prosa
A Chico Rei é uma marca que valoriza o que é nosso, principalmente
quando o assunto é cultura. Inspirada em levar ainda mais brasilidade aos seus
clientes foi criada a Prosa, uma comunidade online, gratuita e exclusiva para
os consumidores da marca. Trata-se de um espaço acolhedor que incentiva o
diálogo saudável entre os membros. Música, arte, cinema e literatura são os
temas favoritos dos participantes da comunidade.
Durante o ano, são realizadas diversas ações que promovem a
integração entre os membros, como troca de livros, bingos online e o Clube do
Livro, além de conteúdos exclusivos, brindes e spoilers de lançamentos da
Chico.
Na comunidade, nasceu o clube do livro da Chico Rei. O clube é
organizado em ciclos de leitura que duram entre 30 e 45 dias. Durante os ciclos
são realizadas ações como cronogramas de leitura, discussões sobre os livros,
encontros online para reflexão e compartilhamento de impressões. Para se
cadastrar na comunidade acesse o site: www.chicorei.com/prosa.
Chico
Rei na Copa 2026
A Chico Rei ampliou sua coleção dedicada à Copa de futebol de 2026
com uma camisa vermelha para a seleção. A novidade brinca com a relação entre
tradição e reinvenção, dois elementos que sempre fizeram parte da cultura do
futebol.
Ao longo das décadas, os uniformes da seleção brasileira se
tornaram símbolos reconhecidos mundialmente, mas também abriram espaço para
interpretações, versões alternativas e novas leituras por parte dos torcedores.
Foto: Divulgação
“Com a camisa vermelha, a gente quis resgatar a história do nosso
país a partir da cor que batizou a nossa terra e que também representa toda
essa paixão ligada ao futebol. A gente gosta de criar a partir do que tem
sentimento e daquilo que vemos que as pessoas querem vestir. Essa camisa traduz
muito do que a gente entende como brasilidade”, finaliza Imbrizi.