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Santander com inscrições para Programa de Trainee com salário de R$ 8,3 mil

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Santander promove workshop gratuito sobre como se proteger de golpes financeiros
crédito: Santander Divulgação

▪As vagas são para atuar em São Paulo em diversas áreas como Atacado, Wealth Management, Riscos, Finanças, Tecnologia, Varejo, entre outras;

▪Benefícios incluem vales alimentação, refeição e transporte; remuneração variável atrelada à performance; previdência privada; auxílio creche / babá; e assistência médica e odontológica;

▪Inscrições vão até 1º de setembro.


O Santander Brasil está com inscrições abertas para o Programa de Trainee 2024, que oferece diversas vagas de trabalho em São Paulo, em áreas como Atacado, Wealth Management, Riscos, Finanças, Tecnologia, Varejo, entre outras. Os benefícios incluem salário de R$ 8,3 mil, remuneração variável atrelada à performance, vale alimentação, refeição e transporte, auxílio creche / babá, assistência médica e odontológica, além de previdência privada.

Estudantes universitários e recém-formados na graduação poderão se candidatar até o dia 1º de setembro pelo link www.ciadetalentos.com.br/traineesantander. O objetivo do programa é contribuir com o desenvolvimento profissional dos jovens e formá-los para serem futuros líderes e/ou especialistas que vão ajudar o Santander ser a melhor empresa de consumo do país.

São 12 meses de programa com atuação na área de escolha no momento da inscrição em diferentes projetos, de acordo com a necessidade de cada negócio. Durante este tempo, o trainee receberá mentoria com executivos que darão apoio no desenvolvimento do profissional. Para aqueles que se destacarem, será oferecido um intercâmbio para uma experiência internacional, ação que faz parte do programa de mobilidade global do Santander.

“Todos os anos percebemos o quanto é rica a troca de experiência entre nosso pessoal e os trainees que chegam ao Banco com novas ideias, conhecimento técnico e vontade de fazer a diferença”, diz Elita Ariaz, vice-presidente de Pessoas do Santander Brasil. “Queremos ir além de contribuir na formação desses profissionais: vamos construir a nova geração da organização, fortalecendo ainda mais nossa cultura de inovação e foco no cliente. Buscamos pessoas curiosas, capazes de solucionar problemas, acompanhar tendências de mercado e que não têm medo de enfrentar desafios.”

O processo de seleção será online e dividido em algumas etapas: inscrição, avaliação do perfil, dinâmica de grupo e/ou entrevistas e entrevista final. Para poder se candidatar, é necessário ter formação universitária concluída entre dezembro de 2020 e dezembro de 2023, em cursos como Economia, Administração, Matemática, Estatística, Engenharias, Direito, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, entre outras. Conhecimento do idioma inglês avançado e experiência profissional anterior serão considerados diferenciais. O início das atividades será em janeiro de 2024.

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Educação

Unicamp inicia segunda fase do vestibular 2026

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© Thomaz Marostegan/Unicamp

Candidatos iniciaram neste domingo as provas da segunda fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No total, 13.045 se inscreveram para disputar 2.530 vagas em 69 cursos de graduação.

Neste domingo, os candidatos fizeram as provas de redação, língua portuguesa e literatura; e testes interdisciplinares, com questões de língua inglesa e ciências da natureza. Os estudantes puderam escolher entre dois temas para a redação: o discurso de ódio contra as mulheres e a importância histórica da CLT.

Nesta segunda-feira (1º), serão aplicadas as provas de matemática e interdisciplinar de ciências humanas. Serão aplicados também testes específicos de biologia e química, a candidatos da área de ciências biológicas e saúde; provas de física e química, a pretendentes a cursos da área de exatas e tecnológicas; e testes de geografia, história, filosofia e sociologia, para candidatos de ciências humanas e artes. 

A segunda fase ocorre nas cidades paulistas de Bauru, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, e também nas capitais Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvador.

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Notícias

Três das cinco linhas da CPTM em SP têm interrupções neste domingo 

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Três das cinco linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de São Paulo têm interrupções no funcionamento na manhã deste domingo (30). Às 10h30, as linhas 10 Turquesa, 11 Coral e 13 Jade operavam parcialmente. Apenas as linhas 7 Rubi e 12 Safira funcionavam normalmente. 

Segundo a CPTM, na Linha 10 Turquesa, em razão de problemas no sistema de energia, a circulação dos trens entre as estações Prefeito Celso Daniel, em Santo André, e Prefeito Walter Braido, em São Caetano do Sul, estava interrompida.

A companhia informou que o sistema Paese, que utiliza ônibus para o transporte da população, foi acionado. 

Na linha 11 Coral e na linha 13 Jade, as interrupções ocorriam entre as estações Palmeiras Barra Funda e Luz em razão de serviços de manutenção. 

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Educação

Escolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro

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© Fernando Frazão/Agência Brasil

Redes de ensino de todo o país adaptaram os currículos e processos formativos para cumprir a  legislação brasileira desde o ano de 2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas da educação infantil ao ensino médio, mas questões religiosas e a falta de diálogo ainda representam um entrave, mesmo com mais de 20 anos

Em pleno mês da Consciência Negra, por exemplo, uma escola da rede pública paulista presenciou a entrada de policiais armados após um pai ter chamado os agentes pelo fato de a filha ter feito um desenho de orixá em uma atividade escolar. O caso foi criticado pelos pais, comunidade escolar e políticos.

Para atender à legislação, as escolas na capital paulista são abastecidas om obras com temática étnico-racial. Segundo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, foram adquiridos 700 mil exemplares em 2022, entre obras infantis, juvenis e adultas.

As unidades também passam por processos formativos e contam com documentos de referência, como o documento “Orientações Pedagógicas: Povos Afro-brasileiros”, que traz diretrizes para subsidiar práticas de valorização das histórias e culturas afro-brasileiras, indígenas e migrantes. 

“As ações são acompanhadas pelo Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), responsável por apoiar as unidades educacionais na implementação de práticas antirracistas e na integração desse acervo ao Currículo da Cidade”, informou a secretaria à Agência Brasil, em nota.

No âmbito estadual, as orientações ao corpo docente ocorrem pelo Programa Multiplica Educação Antirracista, conduzido pela Coordenadoria de Educação Inclusiva (COEIN) e da EFAPE (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação). Desde 2024, 6,8 mil professores passam pela formação sobre cultura e religiosidade africanas. 

“Essa implementação assegura que os conteúdos sejam incorporados à rotina escolar como parte essencial da formação histórica e cultural dos estudantes”, explicou a Seduc-SP. 

“Eu não trabalho religião, eu ensino cultura”

Há mais de duas décadas, a professora Núbia Esteves leciona geografia para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Premiada por sua atuação na preservação da memória escolar e do bairro onde se localiza a EMEF Solano Trindade, no Jardim Boa Vista, periferia da zona oeste de São Paulo, ela aplica o ensino da cultura afrodescendente em sua disciplina e em projetos interdisciplinares.

“Eu não trabalho religião. Eu trabalho os orixás fora da questão religiosa, considerando a questão cultural. Abordo os arquétipos culturais, a mitologia, com uma mitologia comparada”, explica.

Nas aulas da docente, os alunos aprendem como os orixás expressam características humanas e comparados a símbolos de outras crenças, como a proximidade entre Iansã e a deusa grega Atena, entre Oxum e Afrodite, entre Xangô e Zeus.

“Acabo fazendo um debate, porque povos tão diferentes criam mitos tão parecidos. E incluo o tema na concepção que estes povos têm sobre, por exemplo, a importância da preservação do meio ambiente e da importância que ele tem para a humanidade. Mostro como orixás que protegem o mar (Iemanjá), as matas (Oxóssi) e outros elementos da natureza”. 

Outra estratégia da docente é o uso de quadrinhos ou registros audiovisuais. “Dá para trabalhar com literatura, ler trechos de Pierre Verger ou Reginaldo Prandi, por exemplo, e aí criar quadrinhos e cordéis. Uma vez um aluno criou um quadrinho que era um orixá, conversando com um deus grego. É dessa maneira que eu começo a trabalhar, uso os quadros do Caribé, de mestre Didi e aí eu vou trazendo isso, sem trabalhar necessariamente a relação deles com as religiões”, conta a professora.

Rodas de conversa também fazem parte do currículo, momento de reflexão dos alunos sobre ética, convivência e valores individuais.

No entanto, a professora Núbia Esteves relata que já foi questionada por estudantes, por estaria tratando de religião em sala. 

“Falo para eles que não é essa questão, que o trabalho com os orixás é uma forma cultural e não religiosa. Apresento eles como parte da história, da arte, da literatura, da formação do Brasil, e que é uma herança que veio do continente africano, junto com as pessoas. Do mesmo jeito que a escola estuda a mitologia grega, as lendas indígenas, os santos em festas populares, também a gente pode trabalhar com os símbolos africanos, e que isso (essa resistência) foi construído nas pessoas na questão racial, dentro do racismo, que foi um projeto para que a gente demonizasse tudo que é africano, o que a gente não pode fazer”, pondera.

A cultura de origem religiosa é central para construção de uma educação antirracista, destaca.

“Eu posso trabalhar São João nas festas juninas, dentro de uma cultura popular, Santo Antônio também, nas obras barroco, isso não significa que eu estou falando de religião. Posso falar de todos esses símbolos e não necessariamente falar de religião, e que é importante a gente conhecer, porque a gente vai conhecendo a cultura de um outro povo, a gente vai descolonizando e vai desmistificando e vai sendo menos racista”, conclui a docente. 

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