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Redes sociais evidenciam maior rejeição aos comentários de Lula do que à taxação de Trump sobre aço e alumínio brasileiros

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Estudo desenvolvido pela AM4 Brasil mostra 38% de oposição ao tarifaço nas últimas 24 horas do estudo contra 42% de rejeição ao discurso do presidente

São Paulo, março de 2025 A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre o aço e o alumínio brasileiros, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve ampla repercussão nas redes sociais, bem como as críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à medida. As menções sobre o tarifaço se dividiram entre 19% de apoio, 33% de oposição e 48% neutras. Já o tom das menções sobre Lula foram 42% negativos, 31% positivos e 27% neutros.

Os dados fazem parte de levantamento da AM4 Brasil Inteligência Digital, baseado em 30 mil publicações e comentários entre 20 e 27 de março, extraídos das redes X, Instagram e Facebook. O estudo demonstra que as menções nas redes sociais se concentraram em três eixos principais: os efeitos econômicos da medida, sua motivação política e o impacto na diplomacia bilateral. A polarização foi evidente entre apoiadores e críticos de Trump, especialmente entre brasileiros que o veem como referência ideológica.

O estudo identificou ainda que a imprensa brasileira enfatizou os riscos da medida para as exportações nacionais e a estabilidade da balança comercial. Economistas entrevistados apontaram possíveis consequências, como a elevação dos preços nos EUA e a perda de competitividade brasileira. Nos Estados Unidos, analistas interpretaram a decisão como um aceno à base eleitoral de Trump, reforçando sua narrativa de reindustrialização. O debate sobre os impactos práticos da tarifa segue em aberto. Nas últimas 24 horas, as menções nas redes sociais foram 23% positivas, 38% negativas e 39% neutras.

O levantamento feito pela AM4 Brasil nas redes evidencia, finalmente, polarização entre brasileiros que enxergam Trump como referência ideológica. Críticas à incoerência entre o discurso liberal e a prática protecionista de Trump foram recorrentes, com parte do público ironizando a medida e comparando-a a políticas adotadas por países frequentemente criticados por trumpistas. Por outro lado, críticos utilizaram o episódio para atacar a figura pessoal de Lula, muitas vezes descolando o debate do campo econômico, refletindo a divisão político-ideológica do público.

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