Positivo analisa como AI PCs começam a mudar os critérios de escolha e renovação de notebooks
Positivo Tecnologia

Positivo
analisa como AI PCs começam a mudar os critérios de escolha e
renovação de notebooks

À medida que
aplicações de inteligência artificial avançam, capacidade de
processamento local passa a integrar avaliação de computadores

Curitiba, 04 de
novembro de 2026 –
A evolução dos AI PCs traz uma nova camada à decisão de
compra e renovação de computadores. Para a Positivo Tecnologia, a
expansão de aplicações de inteligência artificial faz com que
atributos tradicionalmente considerados na escolha de um notebook,
como processador, memória, armazenamento e autonomia, sejam avaliados
em conjunto com a capacidade da máquina de lidar com workloads de IA.
Equipamentos com unidades de processamento neural (NPUs) dedicadas
permitem executar determinadas funções diretamente no dispositivo,
criando novas possibilidades para consumidores e empresas e trazendo
aspectos como eficiência, privacidade e processamento local para essa
discussão.

O movimento
acompanha a expansão do próprio ecossistema de software. Segundo o
Gartner, 40% dos fornecedores deverão priorizar recursos de
inteligência artificial diretamente no PC até o final de 2026, ante
apenas 2% em 2024. O dado ajuda a explicar por que a capacidade de
processamento de IA tende a ganhar relevância na avaliação dos
computadores: à medida que os aplicativos incorporam essas
funcionalidades, o hardware assume um papel cada vez mais importante
na experiência proporcionada por elas.

“Estamos
acompanhando uma mudança na forma como o computador é concebido e,
consequentemente, avaliado para a compra. A presença de uma NPU passa
a ter relevância não apenas pela especificação em si, mas pelo que
ela permite fazer em um momento em que novas aplicações chegam ao
mercado. É uma transformação que ainda está em evolução e que deve
ampliar os critérios considerados na escolha de um equipamento”,
afirma Daniela Colin, diretora de Procurement e Desenvolvimento de
Produto na Positivo Tecnologia.

O que considerar
na avaliação de um AI PC

Na prática, os AI
PCs combinam CPU, GPU e NPU para distribuir diferentes tipos de
processamento de acordo com a tarefa realizada. A presença de uma
unidade dedicada a workloads de inteligência artificial representa
uma mudança na arquitetura dos computadores e permite que
determinadas operações sejam realizadas diretamente no dispositivo.
Recursos relacionados a áudio, vídeo, reuniões virtuais, criação de
conteúdo, produtividade e segurança estão entre os que podem se
beneficiar dessa capacidade.

Para os
consumidores, essa evolução não significa abandonar os critérios
tradicionais, mas acrescentar uma nova pergunta à escolha: o
equipamento está preparado para aplicações que incorporam
inteligência artificial? Dependendo da função, executar alguns
recursos localmente pode reduzir a dependência da nuvem, tornar a
experiência mais ágil e eficiente e permitir que determinadas
informações sejam processadas no próprio dispositivo.

Para as empresas,
a mudança também começa a entrar na discussão sobre os ciclos de
renovação dos parques de equipamentos. A decisão envolve não apenas a
substituição de máquinas antigas, mas a avaliação sobre o quanto a
infraestrutura está preparada para uma rotina em que aplicações de IA
tendem a estar mais presentes. Produtividade, segurança, eficiência
energética, colaboração e capacidade de processamento local entram,
assim, na análise do ciclo de vida dos equipamentos.

Essa nova geração
de computadores já está presente no mercado brasileiro, em
equipamentos voltados a diferentes perfis de uso. No Positivo Master Copilot+ PC,
primeiro notebook brasileiro com Intel Core Ultra Série 3 e produção
nacional, funcionalidades como Live Captions, Windows Studio Effects,
Cocreator, Recall e Click to Do exemplificam aplicações de IA que
podem fazer parte da rotina dos usuários.

No segmento
corporativo, o VAIO
Pro BK
combina recursos de IA com funcionalidades
voltadas à produtividade, colaboração e segurança. O modelo conta com
Windows Studio Effects, que utiliza a NPU para otimizar recursos de
imagem e iluminação durante videochamadas, webcam IR Full HD com
Windows Hello para reconhecimento facial e autenticação, leitor
biométrico para acesso por impressão digital e tecla dedicada ao
Copilot. Para os clientes do modelo, câmera, autonomia de bateria e
segurança estão entre os atributos mais destacados, enquanto as funcionalidades
ligadas à NPU são incorporadas gradativamente à rotina de uso.

“Estamos em uma
fase em que o mercado ainda está descobrindo as possibilidades da IA
embarcada. Por isso, mais do que olhar apenas para a presença de uma
NPU, é importante entender quais experiências e aplicações serão
desenvolvidas a partir dela. A tendência é que essa capacidade ganhe
importância conforme o ecossistema amadureça e os benefícios se
tornem mais concretos para os usuários”, complementa a executiva.

Da especificação à
preparação para o futuro

A consolidação dos
AI PCs depende justamente dessa aproximação entre hardware e
software. Quanto mais aplicações explorarem o processamento local de
IA, maior tende a ser a importância de avaliar o computador não
apenas pelo desempenho atual, mas também pela capacidade de
acompanhar novas formas de uso.

Essa evolução já
ganha escala global. Ainda segundo o Gartner, os AI PCs devem
representar 54,7% de todos os computadores comercializados no mundo
em 2026 e chegar a 58,7% entre os notebooks. A projeção indica um
cenário em que a inteligência artificial tende a deixar de ser
percebida apenas como diferencial para integraras características
esperadas de uma nova geração de computadores.

Para consumidores,
isso representa uma evolução na maneira de comparar equipamentos.
Para empresas, significa incorporar uma nova variável ao planejamento
de renovação dos parques tecnológicos. Em ambos os casos, a
capacidade de processamento de IA passa a fazer parte de uma
discussão mais ampla: não apenas o que o computador entrega hoje, mas
também para quais experiências ele está preparado.

Sobre a Positivo
Tecnologia

A Positivo
Tecnologia é uma empresa brasileira de tecnologia, de capital aberto
(B3), que ao longo de 37 anos transformou uma trajetória que começou
na fabricação de computadores em um ecossistema completo de
infraestrutura de TI de ponta a ponta. É movida pelo propósito de
tornar a vida das pessoas melhor e mais inteligente com o uso da
tecnologia. Hoje, desenvolve dispositivos como PCs, tablets,
servidores e soluções para IA e data centers, assim como serviços de
TI e terminais de pagamento (Smart POS). Todo o portfólio é
fundamentado por capacidade própria de engenharia em hardware e
software, escala industrial própria, profundo conhecimento do Brasil,
presença na América Latina e parcerias com os principais líderes
globais de tecnologia. Com cinco unidades fabris, cerca de 8 mil
colaboradores e mais de 65 milhões de dispositivos produzidos, atende
do consumidor final às empresas privadas de todos os portes (do
pequeno negócio às grandes corporações) e às instituições públicas
nas esferas federal, estadual e municipal, incluindo escolas. Para
mais informações, acesse www.positivotecnologia.com.br.

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