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Hábitos cotidianos, vacinação e exames regulares reduzem riscos e contribuem para um envelhecimento com mais autonomia

Os brasileiros estão vivendo cada vez mais. O mais recente levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2018, apontou que a expectativa de vida da população aumentou nos últimos anos. Hoje, um homem vive cerca de 72,8 anos, e as mulheres, 79,9 anos. O principal fator para isso se dá pela evolução da ciência e da medicina preventiva.

Esse conceito surgiu como um movimento global entre as décadas de 20 e 50, principalmente no Canadá e nos Estados Unidos. O intuito foi mudar as práticas médicas atuais, que eram focadas apenas na cura de doenças já existentes.

Dessa forma, as especialidades são criadas com o objetivo de acompanhar as patologias desde o início e atuar ativamente na prevenção, antes de elas se tornarem graves para o corpo.

Estabelecem-se, então, diretrizes e cuidados diários que ajudam no bem-estar da população. No Brasil, um dos pilares que sustentam esse mecanismo é o SUS (Sistema Único de Saúde). Aqui, ele é responsável por tratar de forma precoce diversas patologias e promover uma melhora no estilo de vida, por meio de campanhas e imunização da população, com vacinas gratuitas.

Atualmente, a preocupação com a saúde é um tópico abordado nos consultórios. Mesmo que a população esteja vivendo por mais tempo, as doenças crônicas e consideradas graves estão presentes.

Isso cria um movimento tanto no sistema de saúde, que atua de forma preventiva para a redução de danos e para evitar novas complicações, quanto na população em geral, que busca o bem-estar.

Como é feita a prevenção, a fim de trazer equilíbrio

Melhorar a rotina é um dos principais objetivos da medicina preventiva. Ela atua para diminuir os riscos do paciente e também para garantir que ele tenha uma vida com autonomia e, se tudo der certo, sem dependência.

Regulação do peso ideal, controle do estresse, cuidado com a saúde mental e até tratamentos de vícios, como o tabagismo, fazem parte desse conceito. Esse tipo de acompanhamento reduz a probabilidade de apresentar doenças graves ao envelhecer.

Além disso, na prevenção primária, há ainda vacinação, responsável por erradicar doenças, educação sobre o tema, aplicação de políticas públicas e até saneamento básico.

Já no âmbito secundário, a importância se dá por meio da detecção precoce de doenças, como o câncer de mama, e até de questões relacionadas a complicações durante a gravidez.

Há ainda o papel da proteção terciária e da quaternária. Aqui, os pacientes passam por especialistas que visam reduzir os impactos causados por doenças, como AVC e diabetes.

Outro ponto é evitar procedimentos médicos desnecessários ou que coloquem o paciente em risco. A prática é sempre baseada em evidências e em uma comunicação extremamente clara entre médico e paciente.

Hábitos que ajudam a evitar doenças no dia a dia

Entre os hábitos que ajudam na promoção dessa busca, está o de manter uma alimentação rica em nutrientes e evitar alimentos considerados potenciais cancerígenos, como industrializados e embutidos, além do excesso no consumo de sal.

Ainda na rotina, a prática de atividade física é essencial. O sedentarismo, em longo prazo, prejudica não apenas o corpo em si, mas também a saúde mental. A prática de exercícios permite um melhor controle e acompanhamento de doenças relacionadas ao estresse.

Como parte da proteção, o acompanhamento médico e a realização de exames são fundamentais nesse processo. A medicina tem evoluído para um modelo mais preventivo, no qual o acompanhamento contínuo ajuda a identificar riscos e promover uma existência mais saudável como um todo.

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