Cultura
Ícone da Soul Music Brasileira, Carlos Dafé desfila seus clássicos no Blue Note Rio, em Copacabana
Em seu novo show, o “Príncipe do Soul” celebra aniversário em noite de hits e homenagens a nomes com quem construiu os pilares da Black Music no Brasil
Um dos grandes ícones da soul music brasileira, Carlos Dafé completa 77 anos e comemora com seu novo show no palco do Blue Note Rio, em Copacabana, no dia 08 de novembro, sexta-feira, às 20h. Para essa apresentação especial de aniversário, o “Príncipe do Soul” – como foi eternizado por Nelson Motta – promete tocar todos os seus clássicos com o auxílio luxuoso de sua banda Malandro Dengoso. Sucessos como “Acorda que eu quero ver”, “Tudo era lindo”, “De alegria raiou o dia”, “Venha matar saudades”, “A cruz” e “Pra que vou recordar o que chorei” se misturam a homenagens a Tim Maia e a toda a black music nacional.



Criador do gênero Samba Soul, o cantor e compositor Carlos Dafé é um dos artistas mais emblemáticos da música brasileira. Em mais de cinco décadas de carreira, quebrou barreiras e preconceitos sendo precursor, com Tim Maia, Cassiano, Hyldon, entre outros, do movimento da soul music no Brasil, nos anos de 1970. A sonoridade da sua obra sempre rompeu as divisas dos gêneros musicais, unindo samba, música latina, jazz, soul, bossa nova e choro, enriquecendo sua musicalidade.
Serviço:
Show “Carlos Dafé – O Príncipe do Soul”
Dia e horário: 08 de novembro, sexta-feira, às 20h
Local: Blue Note Rio – Avenida Atlântica, 1910, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: de R$ 60 a R$ 120, vendas pelo site https://www.eventim.com.br/event/carlos-dafe-o-principe-do-soul-blue-note-rio-19162314/
Assessoria de imprensa: Carlos Pinho
Rede social: https://www.instagram.com/carlos_dafe/
Teatro
Escola de Carri Costa revela novos talentos na comédia “Cacos de Família”
Espetáculo reúne elenco da Escola de Teatro Carri Costa em temporada nos dias 29 e 30 de novembro, sábado e domingo
O Teatro da Praia recebe neste fim de semana, dias 29 e 30 de novembro, o espetáculo “Cacos de Família”, nova montagem da Escola de Teatro Carri Costa que apresenta ao público um elenco formado por profissionais e jovens atores em processo de formação: Bruno do Vale, Cátia Cavalcante Henrique Morais, Mateus Silva, Renato Macchiatto, Ruth Campos e Dyego Stefann. As sessões acontecem neste sábado e domingo, às 20h, reforçando a tradição do teatro de revelar novos talentos e fortalecer a produção local.
Dirigido por Carri Costa, “Cacos de Família” é resultado de meses de pesquisa, preparação de elenco, construção cênica e improvisos orientados dentro da Escola de Teatro. A peça trabalha o humor crítico, a agilidade narrativa e situações do cotidiano familiar com a irreverência característica do diretor, que há mais de 30 anos movimenta a cena teatral cearense.
Para Carri Costa, o espetáculo é também um espaço de afirmação artística para os estudantes. “Formar atores é também formar cidadãos criativos, gente que pensa, questiona e transforma. Ver esses alunos ocupando o palco com segurança e inventividade é a maior prova de que o teatro segue vivo, pulsante e necessário”, destaca o diretor.
“Cacos de Família” integra a programação contínua do Teatro da Praia, que mantém uma agenda dedicada a produções autorais, estreias de novos grupos e experimentações da escola. A montagem traz uma narrativa cômica e afetiva, repleta de situações identificáveis, conflitos, exageros e pequenas tragédias da vida cotidiana — sempre interpretadas com intensidade e frescor pelos alunos-atores, e com inspiração no famoso programa de discussões e brigas exibido há anos pelo SBT. Se preparem para rir sem parar nesse fim de semana no Teatro da Praia.
SERVIÇO – Espetáculo “Cacos de Família”
Data: 29 e 30 de novembro (sábado e domingo)
Horários: Sábado e Domingos às 20h
Local: Teatro da Praia – Avenida da Abolição, 2971, Meireles, Fortaleza
Ingresso: À venda antecipadamente e na bilheteria
Classificação: Livre
ELENCO
Bruno do Vale, Cátia Cavalcante Henrique Morais, Mateus Silva, Renato Macchiatto, Dyego Stefann e Ruth Campos.
DIREÇÃO
Carri Costa
Exposição
Gloria Conforto e Dirce Fett apresentam a exposição ‘Dois Olhares’, no Centro Cultural Correios RJ, com pinturas diferentes na concepção e harmônicas na contemplação
Gloria Conforto apresenta trabalhos da Série Silêncio, pinturas a óleo sobre tela com trabalhos em pequenos formatos, que forçam o espectador a mergulhar na contemplação, no mesmo silêncio interior que gerou a produção das obras, onde todas as paisagens retratadas são fictícias, mas derivam da emoção da artista que as imagina como objeto contemplativo.
Sobre Gloria Conforto
Arquiteta e pós-graduada pela UFRJ, com longa atuação na área de projetos e de meio ambiente, frequentou cursos livres com os artistas Amador Perez, Gianguido Bonfanti e com os aquarelistas Javier Zorrilla e Cesc Farre. Vem se dedicando às artes plásticas, pintura e aquarela, desde 2015 com várias exposições coletivas e individuais. De 2010 a 2015 desenvolveu pesquisas no Atelier do artista Orlando Mollica na EAV e, posteriormente, com o artista e professor Bernardo Magina. Aprimorou sua pesquisa com acompanhamento de processos artísticos com a curadora e artista Bianca Madruga e a galerista Sara Figueiredo, em 2022 e 2023.
Sua expressão artística que se iniciou desde cedo pelo desenho, passou a aprimorar a técnica de pastel oleoso sobre papel e da aquarela, criando um universo vibrante, buscando como linguagem, a luminosidade e fluidez, na descoberta do onírico e mágico que existe por trás de cada cena. Possui mais de 50 obras adquiridas por colecionadores privados no Brasil e no exterior.
Sobre Dirce Fett
iconográficas, bem como uma linguagem mais abstrata onde as cores fortes direcionam a expressão do seu trabalho.
O trabalho de Dirce Fett, tanto em grandes como nos pequenos formatos, explora o paradoxo entre padrão e gesto pictórico, além da relação entre figura e fundo. As figuras emergem ou se dissolvem no fundo, que é tratado como manchas, enquanto as figuras são camadas espessas de tinta em harmonia contrastante. Dirce vem participando de diversas exposições individuais e em coletivas no Brasil e no exterior.
Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h
Evento gratuito
Censura Livre.
Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).
Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes
A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.
Exposição
Exposição ‘Da Beleza ao Caos – a cidade que habita em nós’ traz ao Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro artistas que convidam a pensar na cidade como um espaço vivo e diverso.
A exposição quer transportar a um entendimento quase filosófico de que beleza e caos caminham lado a lado, constituindo uma trama emocional tão complexa quanto fascinante. A temática atravessa diversas expressões culturais ao longo do tempo: da música — como em Rio 40 Graus, de Fernanda Abreu, Fausto Fawcett e Laufer — ao cinema, com o documentário Neville D’Almeida – Cronista da Beleza e do Caos; da literatura, em A Beleza do Caos, de Thales Amaral, ao teatro, na obra homônima de Nelson Baskerville. Em todos esses casos, emerge uma narrativa que revela os movimentos íntimos e coletivos da vida urbana, onde serenidade e inquietação coexistem como forças complementares.
Participam da mostra, que tem Lia do Rio como homenageada, os seguintes artistas: Andréa Facchini, Anita Fiszon, Benjamin Rothstein, Bruno Castaing, Daniela Marton, Fátima Vollú, Gloria Seddon,Helena Trindade, Heloisa Alvim, Jabim Nunes, Kacá Versiani, Laura Bonfá Burnier, Leila Bokel, Luís Teixeira, Luiz Badia, Luiz Bhering, Marcela Wirá, Maria Eugênia Baptista, Marilou Winograd, Mario Camargo, Marcelo Rezende, Osvaldo Carvalho, Osvaldo Gaia, Petrillo, Roberto Tavares, Rodrigo Viana, Rose Aguiar, Regina Hornung, Sanagê, Sandra Gonçalves, Sandra Passos, Sonia Guaraldi, Stella Mariz e Vania Pena C.
Ao propor tecer histórias sobre a cidade (e porque não cidades outras), o grupo de artistas aqui reunido pretendeu trazer seu olhar único para questões que nos envolvem desde um simples objeto visual de memórias subjetivas carregadas de afeto, até a matéria bruta e implacável de imagens cotidianas que nos cercam, porém, ganhando conotações íntimas. Em todos os casos, aqui e ali, há um olhar distinto que recorta a paisagem urbana; um vagar contemplativo que insinua um momento, uma lembrança; uma reflexão sobre paradigmas; uma busca pela essência de qualquer gesto da cidade e de seus habitantes.
Não é difícil conjecturar as “Cidades Invisíveis”, de Italo Calvino, pensando quantas cidades imaginárias criamos para nós mesmos. Todos possuímos uma compreensão particular do mundo em que vivemos, tornando plural as facetas sociais, conforme afirma o escritor moçambicano Mia Couto. É a dinâmica das relações interpessoais que dá vida à cidade para muito além de sua estrutura material, do concreto, do aço, do tijolo, etc. É um “organismo vivo” que se molda e se redefine em constante adaptação, “é o centro de um tempo onde se fabricam e refabricam as identidades próprias”, reitera Mia Couto.
As interações diárias — formais e informais, intencionais e acidentais — que produzem trocas culturais, econômicas e afetivas são também os agentes da diversidade e do conflito, mas desse atrito social surgem inovações – a complacência no lugar da intolerância, a coexistência no lugar da segregação, o reconhecimento no lugar da indiferença. É a teia invisível de conexões gerando presença e sentido à configuração física da cidade (que habita em nós) estruturada a partir de nossas concepções individuais.
Ao observar cada um dos trabalhos que compõem a mostra, independentemente da escolha técnica, somos levados a contemplar as múltiplas vertentes que cercam nossa percepção e entendimento daquilo que chamamos convívio, essência do desenvolvimento humano. Lado a lado vão se escalonando e se complementando, formando laços, implicando elos, constituindo
valores, permitindo ao observador aplicar/absorver conceitos basilares de identidade, pertencimento e aprendizagem: como no Yin Yang o belo está no caos, o caos está no belo.
Osvaldo Carvalho, 2025
Abertura: 13 de dezembro de 2025 (sábado), das 11h às 16h
Visitação: de 13 de dezembro de 2025 a 08 de fevereiro de 2026
De terça a domingo – das 9h às 16h
Local: Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro – MHC RIO
Estrada Santa Marinha, s/nº — Gávea, Rio de Janeiro – RJ
2º e 3º andar do pavilhão de exposições
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