Método desenvolvido pelo cirurgião plástico Jorge Seba combina diferentes tecnologias de acordo com as características e os objetivos de cada paciente

A busca por um corpo mais definido e por resultados cada vez mais personalizados também chegou ao universo das celebridades. GKay passou por um tratamento de modelagem corporal com o cirurgião plástico Dr. Jorge Seba, que desenvolveu o Protocolo JS, uma abordagem que combina diferentes tecnologias de acordo com as necessidades de cada paciente.

O tratamento realizado pela influenciadora tem investimento médio de R$ 18 mil e faz parte de uma proposta que foge da ideia de utilizar uma única técnica para todos os corpos. No Protocolo JS, a escolha dos recursos é feita a partir de uma avaliação individual, considerando fatores como distribuição de gordura, qualidade da pele, grau de flacidez, anatomia e objetivo estético.

“O Protocolo JS não se resume a uma única técnica. A escolha de cada tecnologia é feita de forma personalizada, considerando o corpo, os objetivos e aquilo que realmente pode contribuir para um resultado mais harmônico”, explica Dr. Jorge Seba.

Tecnologia escolhida a partir do corpo

A proposta do protocolo é utilizar diferentes equipamentos de maneira estratégica, de acordo com o que precisa ser tratado. Isso permite trabalhar não apenas a gordura localizada, mas também aspectos relacionados à definição dos contornos e à retração da pele.

Entre os recursos utilizados pelo cirurgião está o Morpheus, que integra a plataforma de tecnologias empregadas na abordagem de modelagem corporal. A ideia é que cada equipamento tenha uma função dentro do planejamento, em vez de simplesmente reunir procedimentos de forma indiscriminada.

“A tecnologia é uma ferramenta dentro do protocolo. O mais importante é saber quando e por que utilizar cada recurso. Não se trata de colocar todos os equipamentos no mesmo tratamento, mas de entender o que aquele paciente realmente precisa”, afirma Jorge Seba.

Essa individualização é importante porque duas pessoas podem apresentar a mesma queixa, mas ter necessidades completamente diferentes. Enquanto uma pode ter maior concentração de gordura localizada, outra pode apresentar flacidez como principal preocupação.

Retração da pele entra no planejamento

Um dos pontos considerados pelo Protocolo JS é justamente o comportamento da pele após a intervenção. A retirada de gordura, isoladamente, não garante um contorno corporal harmonioso quando existe flacidez ou pouca capacidade de retração dos tecidos.

Por isso, a avaliação da qualidade da pele faz parte da definição da estratégia.

“Não adianta pensar apenas na gordura. Precisamos olhar para o conjunto. A qualidade da pele, a quantidade de gordura, a anatomia e o objetivo do paciente fazem parte da decisão. É isso que permite planejar um resultado mais harmônico”, destaca o cirurgião.

A combinação de tecnologias, portanto, não significa necessariamente utilizar todos os equipamentos disponíveis, mas selecionar aqueles que podem contribuir para o resultado desejado em cada caso.

Novo lipoaspirador ultrassônico amplia possibilidades

Outra novidade incorporada ao Protocolo JS é o lipoaspirador ultrassônico. O equipamento utiliza energia ultrassônica durante o procedimento e amplia as possibilidades de atuação na remoção e na modelagem da gordura.

A tecnologia passa a integrar uma estrutura que permite ao cirurgião escolher diferentes ferramentas de acordo com as características identificadas durante o planejamento.

“O novo lipoaspirador ultrassônico representa mais uma possibilidade dentro da nossa plataforma. Ele trabalha de uma maneira diferente e nos permite ampliar as possibilidades de modelagem, sempre de acordo com aquilo que faz sentido para cada paciente”, explica Jorge Seba.

Por que o Protocolo JS não é igual para todo mundo?

A principal característica do método é justamente a personalização. O protocolo não parte de uma receita pronta, mas de uma avaliação do corpo e da expectativa de cada paciente.

Esse conceito também ajuda a explicar por que o investimento pode variar conforme as tecnologias e procedimentos selecionados. No caso de GKay, o tratamento teve custo aproximado de R$ 18 mil, considerando a estratégia definida pelo cirurgião para suas necessidades específicas.

“O Protocolo JS foi pensado para reunir diferentes possibilidades e permitir que o tratamento seja construído de acordo com cada corpo. Não existe uma receita pronta. O que existe é uma metodologia de avaliação e escolha das tecnologias que podem contribuir para aquele resultado”, afirma o especialista.

A experiência de GKay coloca em evidência uma mudança que vem ganhando espaço na cirurgia plástica: a busca por tratamentos cada vez mais individualizados, nos quais tecnologia e planejamento caminham juntos.

Mais do que apostar em um equipamento específico, o Protocolo JS propõe uma estratégia em que cada recurso é escolhido a partir das características do paciente. O objetivo é potencializar a modelagem corporal respeitando a anatomia, a qualidade dos tecidos e a expectativa de cada pessoa.

No caso das celebridades, o interesse por protocolos personalizados também ajuda a colocar em evidência uma discussão que ultrapassa a estética: resultados mais harmônicos não dependem apenas da tecnologia utilizada, mas de saber exatamente qual tecnologia usar, em qual paciente e com qual objetivo.

(Fotos: Reprodução/Instagram)

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