Fintechs transformam o dólar e tornam pagamentos internacionais mais simples para brasileiros
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O avanço das fintechs está mudando uma relação
que durante décadas pareceu complicada para grande parte dos brasileiros:
movimentar dinheiro entre o Brasil e outros países. Com novas tecnologias,
pagamentos internacionais começam a deixar de ser uma operação exclusivamente
associada a bancos tradicionais, tarifas elevadas e processos demorados.

Nesse cenário, a Brazil Pays vem acompanhando de perto a transformação do
mercado e atua justamente em um segmento que ganha relevância com a expansão
das relações comerciais entre brasileiros e empresas estrangeiras. Sob o
comando da CEO Marina Alves, a empresa observa uma mudança importante no
comportamento de consumidores e negócios: a necessidade de realizar operações
internacionais com mais praticidade, segurança e previsibilidade.

O movimento também acompanha uma transformação
mais ampla no sistema financeiro. O Banco Central vem discutindo a
possibilidade de conectar o Pix a sistemas de pagamentos instantâneos de outros
países. Segundo o próprio BC, esse tipo de integração pode reduzir custos,
acelerar transações e aumentar a transparência dos pagamentos internacionais.

Para Marina Alves, essa transformação
representa uma mudança na maneira como o brasileiro enxerga o dinheiro
internacional.

“A tecnologia está fazendo com que o dólar
deixe de ser apenas uma moeda estrangeira e passe a fazer parte da rotina
financeira de consumidores e empresas que precisam comprar, vender ou contratar
serviços fora do Brasil”, afirma a CEO da 
Brazil Pays.

A mudança pode ser percebida em diferentes
situações. Brasileiros compram produtos americanos, contratam plataformas
digitais, assinam softwares, pagam serviços prestados no exterior e mantêm
relações comerciais com empresas de outros países. Para as empresas,
especialmente as de menor porte, ter acesso a soluções financeiras mais simples
pode representar uma redução de barreiras para participar do mercado
internacional.

“O consumidor não quer mais enfrentar uma
operação complexa para realizar uma compra internacional. Ele busca uma
experiência tão simples quanto aquela que já encontra no mercado brasileiro”,
explica Marina.

Essa expectativa ajuda a explicar por que as
fintechs passaram a ocupar um espaço estratégico no setor financeiro. Em vez de
depender exclusivamente de estruturas tradicionais, essas empresas utilizam
tecnologia para simplificar etapas, automatizar processos e oferecer novas
formas de relacionamento com o dinheiro.

Brazil Pays acompanha esse movimento justamente a partir das necessidades de quem
precisa conectar o mercado brasileiro ao americano.

“Quando falamos em internacionalização, não
estamos falando apenas de grandes empresas. Existe um universo enorme de
pequenos negócios, profissionais e consumidores brasileiros que já possuem
alguma relação financeira com os Estados Unidos”, destaca a executiva.

Outro fator importante é a busca por
transparência. Para quem realiza uma operação internacional, entender quanto
será pago, quais custos estão envolvidos e como o dinheiro chegará ao destino
tornou-se tão importante quanto a própria cotação do dólar.

“As pessoas querem saber quanto realmente vão
pagar. A tecnologia precisa simplificar a operação, mas também tornar o custo
mais compreensível e previsível”, afirma Marina.

A regulamentação também acompanha essa
evolução. O Banco Central atualizou as regras para pagamentos e transferências
internacionais, estabelecendo novas exigências para instituições que atuam
nesse mercado a partir de outubro de 2026. A mudança busca ampliar a
supervisão, a rastreabilidade e a segurança das operações.

Para a Brazil Pays, a tendência é que a
fronteira entre o sistema financeiro nacional e o internacional fique cada vez
menos perceptível para o usuário.

“O futuro dos pagamentos internacionais será
marcado por integração, velocidade e simplicidade. Nosso papel é ajudar a
tornar essa conexão mais acessível para quem quer participar da economia
global”, conclui Marina Alves.

A transformação, portanto, não está apenas na
tecnologia utilizada pelas fintechs. Está na maneira como brasileiros passam a
consumir, contratar serviços e fazer negócios com outros mercados. E, nesse
novo cenário, empresas especializadas em conectar essas duas realidades ganham
um papel cada vez mais relevante.

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