Erros comuns ao escolher um capacete para o trânsito urbano (e como evitar)

Erros comuns ao escolher um capacete para o trânsito urbano (e como evitar)

Guilherme Vito
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A escolha do capacete adequado influencia diretamente na segurança dos motociclistas no trânsito urbano. Para garantir proteção eficiente, torna-se importante evitar equívocos como adquirir modelos que não seguem padrões reconhecidos ou que não se ajustam corretamente à cabeça.

 

Além disso, é necessário optar por modelos adequados ao tipo de condução, garantindo uma experiência mais segura. Capacetes street abertos, por exemplo, são ótimos para quem prioriza ventilação eficiente e praticidade no dia a dia, mas a recomendação é utilizá-los em trajetos curtos com velocidade moderada, tendo em vista que oferecem menor cobertura facial.

 

Por outro lado, os capacetes fechados são indicados para quem circula em vias rápidas ou percorre distâncias maiores, oferecendo proteção ampliada contra impactos e melhor isolamento. A seguir, confira os erros mais comuns ao escolher entre os modelos e descubra como encontrar o ideal conforme suas necessidades.

Ignorar a certificação de segurança

Um erro recorrente é optar por capacetes sem certificações reconhecidas, como o INMETRO no Brasil ou o DOT nos Estados Unidos. Esses selos indicam que o produto passou por testes de impacto, resistência e retenção, garantindo níveis mínimos de proteção.

 

A verificação é simples e inclui observar a presença do selo, geralmente localizado na parte traseira ou interna do capacete, junto das informações de fabricação. A solução está em sempre adquirir modelos certificados, pois isso assegura que os requisitos técnicos foram atendidos.

Escolher o tamanho errado

Selecionar um capacete que não se ajusta corretamente pode comprometer totalmente sua funcionalidade. Um modelo largo demais pode se mover durante o impacto, enquanto um muito apertado gera desconforto e pressão excessiva.

 

Para saber a medição correta, é indicado utilizar uma fita métrica para medir em torno da testa, identificando o diâmetro ideal e consultando a tabela de tamanhos. Conferir o ajuste antes da compra, verificando se o capacete permanece firme sem machucar, ajuda a evitar erros.

Optar por um modelo sem considerar a condução

A escolha de capacetes street abertos sem avaliar adequadamente o nível de proteção pode trazer riscos adicionais. Embora promovam ventilação maior, esses modelos deixam parte do rosto exposta, sendo mais indicados para quem realiza deslocamentos curtos em velocidades moderadas e circula por vias de menor movimentação.

 

Considerar o tipo de trajeto e a dinâmica do trânsito urbano auxilia na análise do equipamento mais apropriado. Assim, torna-se mais fácil identificar quando um modelo fechado oferece proteção mais completa ou quando um capacete aberto atende bem às condições do percurso.

Desconsiderar a qualidade dos materiais

Ignorar a qualidade dos materiais utilizados na fabricação do capacete compromete tanto a durabilidade quanto a segurança. Materiais de baixa resistência podem sofrer deformações rápidas e perder eficiência com menos tempo de uso.

 

A observação da casca externa, a densidade da espuma interna e a robustez do forro ajudam a identificar produtos mais seguros. Optar por capacetes com materiais de alta qualidade de lojas confiáveis assegura desempenho superior em situações de emergência.

Negligenciar a visibilidade e a ventilação

Escolher um capacete com baixa visibilidade ou ventilação insuficiente pode prejudicar a condução no trânsito urbano. Uma viseira clara e bem ajustada evita distorções e facilita a visão em diferentes condições de luz.

 

A análise dos sistemas de entrada e saída de ar também auxilia na identificação de modelos mais confortáveis. Optar por capacetes com boa ventilação e viseira de qualidade é a chave para trajetos mais seguros e agradáveis.

Deixar de fazer a manutenção regular

Por fim, a ausência de manutenção periódica do capacete reduz sua vida útil e sua capacidade de proteção. Por isso, é importante garantir uma limpeza adequada e realizar inspeções frequentes, identificando desgastes ou danos estruturais antes que se agravem.

 

A verificação da integridade da viseira, da forração e das travas garante que o capacete continue funcionando como previsto. Estabelecer uma rotina de manutenção, mensal ou semanal, preserva o desempenho e amplia a segurança do motociclista.

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