Promover
a saúde intestinal das aves é essencial para reduzir os impactos econômicos da
atividade
As
condenações de carcaça, sejam parciais ou totais, estão entre as principais
causas de perdas econômicas na avicultura de corte brasileira e podem
representar prejuízos da ordem de R$ 3 bilhões por ano.
“Considerando
que a taxa anual de condenações gira em torno de 2% a 3%, decorrente de lesões,
fraturas, hematomas, contaminações e mortalidade, estima-se que, em 2025,
aproximadamente 200 milhões de aves tenham sofrido condenações totais ou
parciais. Isso considerando que o Brasil abateu cerca de 6,69 bilhões de
frangos no período”, informa Eliane Horning, médica-veterinária da Auster
Nutrição Animal.
De
caráter multifatorial, as condenações estão associadas principalmente à
ocorrência de enfermidades, falhas no manejo nutricional, inadequações na
ambiência, deficiência no bem-estar animal e problemas durante o manejo
pré-abate.
Um
dos pilares para a obtenção de carcaças de qualidade é a manutenção da saúde
intestinal das aves, responsável por otimizar a absorção de nutrientes,
fortalecer a resposta imunológica e preservar a integridade da mucosa
intestinal.
“Quando
ocorre desequilíbrio da microbiota intestinal (disbiose), há comprometimento da
barreira intestinal, favorecendo a instalação de enfermidades. Uma nutrição
adequada é capaz de melhorar a resposta imune e preservar a integridade dos
tecidos. Além disso, minerais orgânicos e enzimas, como fitase e xilanase,
contribuem para o fortalecimento da pele e da estrutura corporal, aumentam a
digestibilidade dos nutrientes e auxiliam na redução da incidência de
enterites”, destaca a veterinária.
Tecnologias
nutricionais modernas também exercem papel importante na redução das
condenações, uma vez que promovem o equilíbrio da microbiota intestinal,
reduzem processos inflamatórios e favorecem a integridade da pele e dos
tecidos, tornando as aves mais resistentes ao manejo e ao processamento
industrial.
Além
da nutrição, outras estratégias preventivas são fundamentais.
“É
indispensável manter controle rigoroso da ambiência e da qualidade da cama,
priorizar programas de biosseguridade, garantir elevados padrões de bem-estar
animal e adotar boas práticas de manejo durante o pré-abate. Da mesma forma, a
integração entre granja, transporte e frigorífico é essencial para minimizar
perdas. O monitoramento contínuo de indicadores como mortalidade, consumo de
ração, conversão alimentar, ganho de peso, uniformidade do lote e incidência de
lesões permite identificar oportunidades de melhoria e reduzir
significativamente o risco de condenações.”
Do
ponto de vista nutricional, é fundamental utilizar soluções capazes de promover
simultaneamente desempenho zootécnico e saúde intestinal. Um exemplo é a linha
de premixes Númia Frango de Corte, da Auster Nutrição Animal, desenvolvida para
favorecer o equilíbrio da microbiota intestinal, otimizar a absorção de
nutrientes, reduzir desafios sanitários e contribuir para a obtenção de
carcaças de melhor qualidade.
“A
linha Númia Frango de Corte contribui para a integridade e funcionalidade
intestinal das aves, reduzindo o risco de inflamações, enterites e
contaminações durante a evisceração. Como consequência, há melhoria dos indicadores
de qualidade no frigorífico”, completa Eliane Horning.
Sobre
a Auster
A
Auster Nutrição Animal é uma das principais empresas brasileiras do segmento de
nutrição animal. Com capital 100% nacional, atua em pesquisa, desenvolvimento,
produção e distribuição de soluções nutricionais para avicultura de corte e
postura, suinocultura e pecuária leiteira, contribuindo para o aumento da
produtividade, da eficiência e da sustentabilidade dos sistemas de produção.