Existem paletas de cores certas para cada tom de pele que ajudam a valorizar
As cores interagem na pele, cabelo e até mesmo na vestimenta. Cada pessoa tem sua colorimetria, que influencia diretamente na imagem pessoal. Essa ciência ajuda a identificar quais tons harmonizam melhor com cada pessoa, realçando características naturais e promovendo equilíbrio visual. Na moda e na beleza, essas escolhas são levadas em consideração.
A colorimetria parte da análise do subtom de pele, que pode se apresentar em tons quentes, frios ou neutros. Também leva em consideração fatores, como contraste e intensidade. Cada cartela indica o que ilumina mais (ou menos) o rosto da pessoa que está fazendo essa análise.
Para saber lidar com a cartela, é interessante identificar o subtom da pele. Quem tem um subtom mais quente, funciona melhor com cartelas em cores terrosas, amarelos e tons mais quentes. Um tom mais frio orna melhor com azul, roxo, rosa e cinza. Os subtons neutros transitam bem entre os dois grupos.
Pessoas que tem tons mais quentes costumam se beneficiar de cores mais intensas e marcantes. Aqueles com baixo contraste harmonizam com cores suaves e menos saturadas.
A colorimetria costuma ser aplicada na moda, na maquiagem, nos acessórios e até na escolha de presentes. Para quem quer arrasar em algum presente, entender como funciona é essencial. Por exemplo, para comprar uma camiseta masculina, considerar a cartela de cores da pessoa pode fazer toda a diferença no resultado.
Entender isso explica a percepção de algumas pessoas que, ao usar alguma cor, isso “apaga” ela, enquanto outras deixam com uma aparência ainda mais vibrante.
A técnica traz um olhar mais consciente e completo da moda. É uma forma de priorizar escolhas como uma expressão de individualidade e não apenas de seguir tendências. Quando se entende quais cores funcionam melhor, o consumidor ganha autonomia e confiança. No estilo, é uma forma de trazer mais autonomia e harmonia, de forma funcional também pensando no dia a dia.
Isso é uma questão física. Cientificamente falando, é basicamente a forma na qual a luz consegue interagir com o corpo humano. A pele apresenta pigmentos naturais. Combinações de luz e associadas à cor fazem com que a luz seja refletida de maneiras diferentes. Do ponto de vista físico, a colorimetria não altera a aparência, mas potencializa o que já existe.
Não é uma forma de impor uma regra rígida, por exemplo, mas de fornecer orientação, como uma maneira de alinhar imagem, estilo e bem-estar de forma equilibrada com a ajuda das cores e a interação delas com a pessoa.