Brasileiro lança livro que coloca o Brasil como possível epicentro de alinhamento milenar entre a Esfinge do Egito e as estrelas

Brasileiro lança livro que coloca o Brasil como possível epicentro de alinhamento milenar entre a Esfinge do Egito e as estrelas

Redação Gazeta24h
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Um pesquisador brasileiro está chamando atenção ao sugerir que o Brasil pode ocupar um ponto estratégico em um possível alinhamento global que envolveria o Egito Antigo, o Canadá e o interior de Minas Gerais.

No livro O Código Oculto de Cygnus, Lucas Ribeiro propõe que o olhar da Esfinge de Gizé, no Egito, estaria geometricamente direcionado para Uruana de Minas, município de cerca de 4 mil habitantes no noroeste mineiro. Segundo a hipótese, a mesma linha também alcançaria a ilha de Oak Island, no Canadá.

O que o estudo sugere

A proposta parte de uma pergunta direta: civilizações antigas poderiam ter construído monumentos levando em consideração posições específicas das estrelas?

O autor analisou a constelação de Cygnus, conhecida como Cisne, e comparou a posição de suas estrelas com coordenadas geográficas de pirâmides e outros monumentos espalhados pelo mundo.

A partir de cálculos matemáticos e projeções em mapas, o estudo indica que haveria padrões geométricos que se repetem e que um desses eixos passaria exatamente por Uruana de Minas.

Mão segurando foto de homem de terno e gravata

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Lucas Ribeiro é um pesquisador independente e aborda no livro que o olhar

da Esfinge de Gizé pode estar apontando para Uruana de Minas (MG)

Como a investigação começou

A pesquisa ganhou força em fevereiro de 2025, quando o autor esteve no interior da Grande Pirâmide de Quéops, no Egito, durante o chamado renascimento heliacal da constelação de Cygnus, momento em que a constelação volta a aparecer no horizonte após um período invisível no céu.

A partir dessa experiência, ele passou a testar alinhamentos em mapas e a cruzar dados astronômicos com coordenadas terrestres.

Probabilidade e debate

Segundo o modelo matemático apresentado no livro, a chance de determinados padrões ocorrerem ao acaso seria extremamente baixa, seria de 1 em 480 bilhões, dado utilizado na obra como argumento para sustentar a relevância estatística da hipótese e para defender que os alinhamentos merecem investigação mais profunda.

O material inclui mapas, números e códigos que, de acordo com o autor, podem ser verificados por qualquer pessoa interessada. O ponto que transforma a pesquisa em notícia é simples: uma pequena cidade mineira aparece como possível peça central em uma hipótese que envolve o Egito Antigo e monumentos distribuídos por diferentes continentes.

A proposta não afirma uma verdade definitiva. Ela sugere uma hipótese e convida especialistas, universidades e pesquisadores a analisarem os dados. Se confirmada ou contestada, a teoria já coloca Minas Gerais e o Brasil, no centro de um debate internacional que cruza arqueologia, astronomia e matemática.

E é justamente essa combinação de mistério, ciência e protagonismo brasileiro que promete despertar interesse muito além dos limites de Uruana de Minas.

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