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Auddas League: impulsionando o crescimento de micro e pequenas empresas no Brasil

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Auddas League: impulsionando o crescimento de micro e pequenas empresas no Brasil
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Programa abre vagas para a segunda turma que começa em agosto

As micro e pequenas empresas representam 99% dos empreendimentos no Brasil e são responsáveis por 30% do PIB, o conjunto de produtos, serviços e riquezas produzidas no país, segundo o Ministério da Fazenda. No mundo, em conjunto com as médias empresas, elas representam 90% dos negócios. Reconhecendo a importância dessas empresas e visando fornecer suporte para que os empreendedores possam explorar o máximo de suas jornadas, desde o início de seus negócios até o ciclo final, de captura de valor através de um M&A e/ou IPO, a Auddas realiza em agosto deste ano a segunda edição do Auddas League, projeto de formação e difusão de conhecimento.

Sob o lema “Da estratégia ao capital”, o projeto terá duração de cinco meses, aulas online e encerramento presencial, por um valor acessível que corresponde a uma fração do investimento de uma consultoria clássica. Ao longo desse período, os participantes aprenderão sobre os quatro pilares fundamentais e indissociáveis de qualquer negócio: Estratégia, Governança, Gestão e Capital. Segundo Julian Tonioli, CEO e sócio-fundador da Auddas, além do investimento comparativamente atrativo, o programa também tem outros dois diferenciais: o primeiro agrega à formação do aluno toda a experiência profissional dos consultores com mais de 300 projetos executados; o segundo combina conceitos práticos à experimentação e implementação destes no dia a dia dos alunos. “É um programa recomendado para membros de conselhos administrativos, CEOs, diretores, empreendedores, investidores, donos de negócio e até colaboradores que queiram se desenvolver e se preparar para eventualmente sentar em uma mesa de negociação com potenciais compradores e investidores”, explica Tonioli.

Desde que foi lançado, em janeiro de 2023, o Auddas League atendeu 39 empresários das áreas de tecnologia, saúde, agronegócio, indústria, marketing digital, moda e consultoria. O ex- aluno do projeto Helton Valentini, sócio-diretor da ENE Soluções, empresa especializada em tecnologia, explicou que seu maior desafio era entender melhor a remuneração variável, “uma dor muito latente e como fazê-lo de forma meritocrática. Com o material do curso, tivemos todas as dúvidas sanadas. O curso nos ajudou a entender tudo isso com um sentido, não só como se fosse um assunto isolado, mas de uma forma integrada. Hoje, eu sei que tenho de começar pela governança até chegar ao capital, para então alcançar um futuro M&A. Sem dúvida, o investimento valeu muito a pena, porque a jornada do empreendedor pode ser muito solitária e a gente não sabe a quem recorrer. Encontramos alguns mentores que já trilharam o caminho e isso foi o mais precioso”, afirmou Valentini. Já Camila Ramos, CEO da Kernholz, grupo empresarial do setor de saúde, garante que a experiência com o programa a deixou mais apta a conduzir futuras fusões e aquisições. “Esse foi o grande boom para mim, poder trocar experiências com profissionais sêniores e outros colegas. Nós criamos várias empresas e elas provavelmente irão participar de um M&A e os conceitos que aprendemos serão de grande serventia”, complementa.

No próximo dia 25, às 20h, acontecerá o Auddas League Live: uma aula aberta e gratuita, que explicará os detalhes do projeto e buscará esclarecer as principais dúvidas dos inscritos e dos futuros participantes. A transmissão contará com a participação especial de dois ex-alunos da primeira turma, que compartilharão suas experiências e aprendizados durante os cinco intensos meses de formação. São eles: Thomas Barros, Diretor Financeiro da Universal Chemical, que irá compartilhar como o programa o auxiliou na criação de um planejamento estratégico sólido, baseado nos conhecimentos adquiridos durante as aulas e Vinicius Colli, Sócio Executivo da V4 Company, comentará sobre a dinâmica do evento presencial, que incluiu interações com mentores, em um ambiente com oportunidades de networking enriquecedoras. Para participar basta, através do link: https://auddas.com/auddas-league-live. Já a próxima turma do Auddas League terá início no dia 3 de agosto de 2023 e as inscrições estão abertas. Mais informações pelo link: https://conteudo.auddas.com/auddas-league?gclid=Cj0KCQjw7uSkBhDGARIsAMCZNJu6eWYWV7cdkrBnYWvqPAuz49E-Rvpm8oMNl_Y_UscXJ_sHJ-eDg3caAqJnEALw_wcB.

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Tecnobank sobe 13 posições no ranking das melhores empresas de tecnologia do GPTW em 2025

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Empresa recebe certificação Great Place to Work pelo sexto ano consecutivo e se consolida entre as empresas de médio porte no ranking nacional

A Tecnobank, líder no registro eletrônico de contratos de financiamento de veículos, conquistou pelo sexto ano consecutivo a certificação Great Place to Work (GPTW) e subiu 13 posições no ranking nacional das melhores médias empresas de Tecnologia da Informação para trabalhar no Brasil.

De acordo com a gerente de Pessoas & Cultura, Monalisa Alcantara, o resultado reforça o amadurecimento da cultura organizacional e o compromisso contínuo com um ambiente de trabalho saudável, colaborativo e inclusivo, sustentado por uma gestão baseada em escuta ativa e proximidade com as pessoas.

“Estar novamente entre as melhores empresas de Tecnologia para trabalhar e ainda avançar 13 posições no ranking é um reconhecimento muito especial para nós. Esse avanço mostra que estamos no caminho certo ao colocar as pessoas no centro das decisões, ouvindo nossos times e ajustando práticas para que cada um se sinta respeitado, acolhido e com espaço para se desenvolver”, afirma. “A premiação confirma o compromisso diário com um ambiente onde as relações são genuínas e a confiança é construída na prática”, ressalta.

Monalisa também ressalta o impacto do reconhecimento para a marca empregadora. “Quando a GPTW nos certifica pelo sexto ano seguido, isso envia ao mercado uma mensagem importante ao mercado: a Tecnobank é um lugar onde vale a pena construir carreira. Isso fortalece nossa capacidade de atrair e reter profissionais alinhados aos nossos valores e ao propósito de transformar, com tecnologia e segurança, a experiência de financiamento de veículos no Brasil”, completa.

Sobre a certificação GPTW

A certificação Great Place to Work é concedida com base na percepção dos colaboradores a partir da pesquisa de clima e da análise das práticas de gestão de pessoas das empresas participantes. O reconhecimento consecutivo e a ascensão no ranking reforçam que as iniciativas da Tecnobank em bem-estar, desenvolvimento e inclusão têm gerado melhores experiências aos colaboradores e impacto consistente nos resultados do negócio.

 

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A força do jeans nacional: como Dienithon Monteiro eleva o Brasil ao cenário global

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A indústria de jeans brasileira consolida-se como uma das mais influentes do mundo, destacando-se pela combinação entre criatividade, tecnologia e alto padrão de qualidade. Esse conjunto tem colocado o país no radar de nações tradicionalmente fortes no setor têxtil, como a Itália, abrindo portas para parcerias estratégicas e integração em cadeias globais de valor. Nesse cenário competitivo, profissionais especializados têm desempenhado papel decisivo na modernização e no crescimento das empresas nacionais. Entre eles, ganha relevância a atuação de Dienithon Monteiro, reconhecido por sua contribuição técnica e estratégica para o avanço do jeanswear brasileiro.

Com passagem marcante pela Pit Bull Jeans, Monteiro acumulou resultados expressivos. Sob sua liderança, a empresa registrou crescimento de 30% no faturamento em apenas um ano, além da expansão de 10% na base de clientes em todo o território nacional. Ele também foi responsável pela estruturação e gestão de uma rede de 23 representantes comerciais, desempenhando um trabalho que reforçou a presença da marca nos principais pólos varejistas do país. “Em grandes centros comerciais, as vendas de jeans podem representar quase 26% do total do segmento de roupas, demonstrando sua alta demanda”, explica.

Monteiro destaca que o sucesso do setor não é fruto do acaso, mas de uma combinação de processos eficientes e proximidade com o mercado. “Estruturar um departamento desde o início é fundamental em conjunto com uma equipe altamente capacitada, definindo políticas comerciais, estratégias de vendas e padrões operacionais. Liderei uma equipe distribuída em diversos estados brasileiros, realizando visitas semanais para supervisionar, orientar e garantir alinhamento com os objetivos corporativos”, detalha. Segundo ele, as convenções anuais com representantes, compostas por treinamentos, palestras motivacionais e visitas à fábrica, foram essenciais para promover integração e engajamento.

O jeanswear, que historicamente ocupa lugar de destaque entre os artigos de vestuário, continua em trajetória de expansão no país. O setor gera milhares de empregos diretos e indiretos e movimenta cifras bilionárias. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o segmento têxtil nacional representa uma das maiores cadeias produtivas do hemisfério sul, e o jeans corresponde a uma fatia significativa desse volume econômico.

Para especialistas, o bom desempenho do setor está diretamente ligado à capacidade de adaptação das empresas diante das novas exigências do mercado global. Dienithon Monteiro, administrador com especialização em Gestão em Marketing e Vendas pela FATAP, avalia que o momento exige atenção constante às tendências internacionais. “O setor necessita e busca inovação, com foco em sustentabilidade e novas tecnologias de produção para atender às demandas de consumo e manter sua relevância no mercado mundial”, afirma.

Com investimentos em tecnologia, processos mais sustentáveis e liderança qualificada, o Brasil reforça sua posição como referência em jeanswear. A atuação de profissionais como Dienithon Monteiro evidencia que inovação, gestão estratégica e conexão com o mercado são pilares fundamentais para manter o país no centro das discussões globais do setor têxtil.

 

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Quando investir custa menos do que comprar um celular novo

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Na Black Friday, franquias de baixo custo ganham espaço como alternativa para transformar 13º salário em renda recorrente

 

Com o início das promoções de Black Friday, grande parte dos consumidores volta os olhos para eletrônicos, especialmente smartphones. Mas um movimento paralelo começa a ganhar força: o interesse em transformar o dinheiro do 13º salário em investimento, não em consumo. E, nessa virada de mentalidade, o franchising de baixo custo desponta como alternativa para quem quer empreender com risco reduzido e retorno mais previsível.

 

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor cresceu 14,2% no segundo trimestre de 2025, movimentando R$ 69,9 bilhões. O avanço é puxado principalmente por modelos mais acessíveis, que permitem iniciar uma operação estruturada sem necessidade de ponto físico e equipe robusta. Nesse contexto, algumas redes vêm adotando estratégias agressivas para atrair novos empreendedores durante o mês de novembro.

 

A Azul Empréstimo, referência nacional em crédito consignado, financiamento, consórcios e seguros, anunciou uma campanha especial de Black Friday com desconto de R$ 5 mil em todas as modalidades de franquia. No modelo Home Office, o investimento cai de R$ 15.900 para R$ 9.900, valor inferior ao de grande parte dos smartphones lançados neste ano. A promoção é válida de 1º a 30 de novembro de 2025.

 

Para além do preço reduzido, o apelo está no custo de oportunidade. Enquanto um celular tem depreciação imediata e precisa ser substituído em poucos anos, uma operação de franquia pode gerar renda recorrente, seja como atividade principal ou complementar. O modelo home office da rede, por exemplo, tem faturamento médio entre R$ 50 mil e R$ 150 mil mensais, com retorno estimado entre seis e doze meses.

 

“Há uma mudança cultural silenciosa acontecendo. O brasileiro está começando a perceber que o consumo imediato traz satisfação rápida, mas não constrói futuro. Já o investimento certo pode representar autonomia financeira, independência de carreira e previsibilidade de renda”, explica Kácio Tokumoto, cofundador da marca.

 

Ao contrário de iniciar um negócio sozinho, onde o empreendedor precisa aprender tudo pela primeira vez, o modelo de franquia oferece suporte, treinamento, processos prontos e acompanhamento, reduzindo risco operacional. É esse fator que tem atraído tanto profissionais que desejam deixar o emprego formal quanto pessoas que buscam uma segunda fonte de renda.

Em um cenário econômico onde o crédito segue caro e o custo de vida pressionado, a decisão entre consumir agora ou investir no próprio futuro se torna mais evidente. Para muitos, a Black Friday deste ano não será sobre o que comprar, mas sobre o que construir.

 

Raio-X da Azul Empréstimo

Modelo Home

Investimento inicial: a partir de R$ 15,9 mil

Faturamento médio mensal: até R$ 150 mil

Lucro líquido mensal por unidade: 8% a 15%Royalties: Isento

Fundo de publicidade: Isento

Prazo de retorno do investimento: 6 a 12 meses

Prazo do contrato: 5 anos

 

Sobre a Azul Empréstimo

 

 

Fundada em 2010, a Azul Empréstimo é uma rede de franquias especializada em crédito consignado, pessoal, financiamento, consórcios, seguros e produtos exclusivos como AzulPay e Azulsolar. Com mais de 780 unidades em operação em todo o Brasil, oferece modelos de negócio flexíveis, suporte humanizado e treinamento diferenciado para seus franqueados, atuando com ética, transparência e foco em resultados.

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