Com o intuito de valorizar o artesanato local, preservar memórias, fortalecer identidades e abrir caminhos para o desenvolvimento cultural e econômico do município, a presidente da Fundação Cultural, Adriana Grillo, vem intensificando o diálogo e o apoio aos artesãos da cidade.
Em encontros realizados com as artesãs da Fibra de Bananeira, em Barra de São João, e também no Ateliê Sítio das Artes, de Vera Lúcia dos Santos, na Fazenda Visconde, a gestora reforçou a importância do trabalho artesanal como expressão viva da cultura casimirense. Durante as reuniões, Adriana destacou que cada peça produzida pelos artesãos carrega histórias, tradições e saberes que representam a identidade do município para turistas e visitantes. Mais do que objetos, o artesanato local se transforma em memória afetiva, pertencimento e divulgação cultural de Casimiro de Abreu.
Além do diálogo e incentivo aos artesãos, a Fundação Cultural também vem fortalecendo espaços de apoio à produção artesanal no município. Na Casa Beira Rio, em Barra de São João, as artesãs da Fibra de Bananeira contam com estrutura para realizar todo o processo de extração, tratamento e secagem da fibra, além de terem a oportunidade de comercializar as peças produzidas em uma loja instalada no próprio espaço. De acordo com a gestão da Fundação Cultural, há ainda a possibilidade de o local também ser franqueado para a venda das peças produzidas pelos artesãos de barro da Fazenda Visconde, ampliando a visibilidade e as oportunidades de geração de renda para os artistas locais.
“Precisamos ter esse olhar para apoiar a economia criativa e garantir visibilidade aos artistas locais, fortalecendo o setor cultural e reconhecendo o artesanato como patrimônio cultural e instrumento de geração de renda”, destacou Grillo.