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A evolução da Inteligência Artificial na Indústria Automotiva

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A evolução da Inteligência Artificial na Indústria Automotiva

A indústria automotiva está passando por uma transformação significativa impulsionada pela aplicação da Inteligência Artificial (IA). A IA tem o potencial de revolucionar a forma como os veículos são projetados, fabricados e utilizados.

Desde a sua fundação, a SMART DRIVING LABS tem se aperfeiçoado com a tecnologia e utilização da IA.

Uma das tecnologias criadas pela Startup é a Crash AI. Explicada logo abaixo:


Crash Ai: Tecnologia avançada auxilia na segurança e prevenção de acidentes
O termo “crash” é amplamente usado para descrever diferentes tipos de colisões. No setor de tecnologia automotiva, a autotech SMART DRIVING LABS criou o Crash Ai, uma rede neural capaz de detectar, avaliar e medir incidentes com base em dados gerados pelos sensores presentes em dispositivos, especializada em análise de veículos conectados.


Com a possibilidade de beneficiar diretamente todo o ecossistema de mobilidade, o Crash Ai auxilia a identificar se um acidente foi grave o suficiente para acionar airbags ou exigir assistência de emergência. A detecção de acidentes pode ajudar a salvar vidas quando cada segundo é importante.


Gerando oportunidades
A SDL criou uma plataforma inteligente para auxiliar na tecnologia Crash Ai e também guardar as informações do aplicativo. “É por isso que criamos a Lago, nossa plataforma na nuvem construída especificamente para ajudar os clientes a monetizar e criar mais valor a partir dos dados de seus veículos
conectados”, explica Fernando Schaeffer, CEO e fundador da empresa. Na SDL, os clientes têm a informação na palma da mão, o que facilita muito na hora de identificar falhas nos veículos da sua frota, prevenir acidentes, analisar como os motoristas estão dirigindo e até fomentar uma direção mais segura”


Outros recursos da IA automotiva são:
Direção autônoma: A IA desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de veículos autônomos. As montadoras e empresas de tecnologia têm investido pesadamente em sistemas de direção autônoma, usando técnicas de IA para melhorar a percepção, tomada de decisão e controle dos veículos. A IA permite que os carros identifiquem obstáculos, interpretem sinais de trânsito e ajam de forma segura e eficiente no sistema rodoviário.


Assistência ao motorista: Além da direção autônoma, a AI também é aplicada em sistemas de assistência ao motorista. Esses sistemas utilizam sensores e algoritmos de IA para fornecer recursos como controle de cruzeiro adaptativo, detecção de ponto cego e assistência de estacionamento. A IA permite que os veículos monitorem o ambiente em tempo real e alertem o motorista sobre possíveis perigos, aumentando a segurança nas estradas.


Personalização e experiência do usuário: A IA também está sendo usada para personalizar a experiência do usuário dentro dos veículos. Os sistemas de IA podem aprender as preferências dos motoristas, ajustar automaticamente as configurações do veículo, como posição do assento e temperatura, e fornece recomendações personalizadas, como rotas otimizadas e pontos de interesse. Isso melhora o conforto e conveniência para os ocupantes do veículo.

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Tecnologia

Positivo SEG lança Box de Inteligência Artificial com mais de 80 analíticos em um único produto para sistemas de CFTV

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Imagem: Divulgação / Positivo SEG
Imagem: Divulgação / Positivo SEG

Equipamento analisa imagens em tempo real, identifica padrões e emite alertas proativos; solução tem chamado a atenção, inclusive por seu uso em eventos, pela precisão e eficiência na prevenção de incidentes

A Positivo SEG, unidade de negócios e plataforma de automação e segurança eletrônica da Positivo Tecnologia, reforça seu protagonismo no uso de IA aplicada a segurança eletrônica com a IA BOX, solução pioneira no Brasil, que antes estava disponível só em mercados internacionais. O equipamento utiliza Inteligências Artificiais embarcadas e baseadas em Deep Learning para analisar grandes volumes de dados visuais em tempo real, identificar padrões e emitir alertas proativos, facilitando a identificação de eventos conforme as IAs estão sendo processadas.

Entre outras aplicações, recentemente a tecnologia foi utilizada com grande sucesso na Expo Macaé 2025, um dos principais eventos regionais de agronegócios do Brasil. A IA BOX foi empregada em áreas de grande circulação, demonstrando na prática sua capacidade de detectar automaticamente comportamentos fora do padrão e enviar notificações precisas às equipes de monitoramento. O resultado foi uma operação segura, automatizada e preventiva, que reflete como o uso de IA embarcada transforma dados visuais em ações inteligentes.
 
“A IA BOX representa um novo patamar em vigilância inteligente. Com ela, é possível antecipar riscos e tomar decisões de forma ágil e baseada em dados, elevando a eficiência e a segurança das operações sem comprometer a privacidade”, afirma Felipe Szpigel, vice-presidente da Positivo SEG.
 
Projetada com foco em segurança, desempenho e inteligência, garantindo análises precisas de indicadores operacionais, como uso de EPI e condições de sono em serviço, a IA BOX processa todas as imagens localmente, o que elimina a necessidade de envio de dados para a nuvem e garante total controle sobre as informações captadas. Essa arquitetura alia alto desempenho em análise de vídeo à proteção de dados sensíveis.

Compatível com qualquer sistema de CFTV (Circuito Fechado de Televisão, a IA Box pode ser integrada a câmeras IP (Internet Protocol), DVRs (Digital Video Recorder) e NVRs (Network Video Recorder) por meio dos protocolos ONVIF (Open Network Video Interface Forum) ou RTSP (Real-Time Transport Protocol), ampliando as capacidades de monitoramento sem a necessidade de substituição de equipamentos. Com mais de 80 inteligências artificiais presentes, o sistema oferece desde reconhecimento facial e detecção de objetos suspeitos até monitoramento de uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e análise comportamental em ambientes corporativos.
 
“A versatilidade da IA BOX é um dos seus principais diferenciais. Ela se adapta facilmente a diferentes contextos – de condomínios e empresas a áreas urbanas e industriais, sempre com o objetivo de transformar vigilância reativa em segurança preventiva”, complementa Szpigel.
 
Entre os ganhos operacionais já observados, destacam-se a redução significativa de falsos alarmes, o aumento da eficiência das centrais de monitoramento e a tomada de decisão mais assertiva em situações críticas. Além disso, o recurso de Auto-Learning permite que o sistema aprenda continuamente com o ambiente, tornando suas análises cada vez mais precisas.
 
Alinhado às principais tendências globais de segurança baseada em inteligência artificial, a IA BOX faz valer o conceito de Edge AI, em que o processamento ocorre de forma local e autônoma a fim de garantir respostas imediatas, privacidade dos dados e alta performance sem depender da nuvem.
 
“Estamos atentos à evolução da inteligência artificial e buscamos constantemente aprimorar a IA BOX com novas funcionalidades e modelos de aprendizado. Acreditamos que o futuro da segurança está em soluções cada vez mais inteligentes, integradas e acessíveis”, conclui Szpigel.

Com sua combinação de análise avançada, privacidade garantida e operação escalável, a IA BOX se consolida como uma solução estratégica para segurança e gestão inteligente em diversos setores do corporativo ao residencial.
 
Para informações adicionais sobre os produtos da Positivo SEG, acesse o site oficial da marca.

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Tecnologia

Como escolher o roteador WiFi ideal para sua empresa

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Freepik
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O cenário empresarial moderno é totalmente dependente de uma conectividade robusta e ininterrupta. Se antes um roteador de nível doméstico poderia “quebrar um galho” para um escritório pequeno, hoje, com a explosão do trabalho remoto, videoconferências, serviços em nuvem e o uso crescente de dispositivos IoT (Internet das Coisas) corporativos, a rede sem fio se tornou a espinha dorsal de qualquer operação bem-sucedida.

A escolha do roteador ideal para um ambiente corporativo é um processo que exige uma análise criteriosa das necessidades atuais e futuras do negócio. Não se trata de comprar o modelo mais rápido ou mais caro, mas sim aquele que oferece o equilíbrio perfeito entre desempenho, recursos de gestão e, crucialmente, estabilidade para suportar picos de demanda e uma grande quantidade de usuários simultâneos.

A transição para os padrões mais recentes, como o WiFi 6 (802.11ax), é mandatório para qualquer empresa que queira se manter competitiva, oferecendo maior capacidade, menor latência e eficiência energética aprimorada. Um exemplo dessa modernização pode ser encontrado em equipamentos que já incorporam essas melhorias, como o Roteador ZTE WiFi 6, que oferece um salto significativo na qualidade e densidade da sua rede sem fio.

O que procurar em um roteador WiFi para empresas

Diferente dos equipamentos residenciais, os roteadores empresariais são projetados para lidar com cenários de alta densidade e requisitos de gerenciamento complexos.

Capacidade e cobertura (Mesh e Access Points)

Em ambientes corporativos, a cobertura de um único roteador raramente é suficiente. A solução mais eficaz é a adoção de Access Points (APs) gerenciáveis, que trabalham em conjunto para formar uma única rede coesa. Os APs oferecem a capacidade de estender o sinal de forma uniforme, eliminando zonas mortas e garantindo que os dispositivos se conectem automaticamente ao ponto de acesso com o melhor sinal (roaming).

O conceito de redes Mesh empresariais também se aplica, mas com uma arquitetura mais profissional e controlada.

Priorização de tráfego (QoS)

O recurso de Quality of Service (QoS) é indispensável. Ele permite que o administrador de rede defina prioridades para diferentes tipos de tráfego. Por exemplo, garantir que as chamadas de VoIP ou as videoconferências (que são sensíveis à latência) tenham sempre preferência sobre o download de um arquivo grande ou o uso recreativo da internet.

Para uma empresa, isso significa que as operações críticas nunca serão prejudicadas por atividades de menor importância.

Modelos de roteadores WiFi 6 e WiFi 7 ideais para ambientes corporativos

A escolha do modelo exato dependerá do porte e do orçamento, mas a tendência é clara: focar em dispositivos que suportem as últimas tecnologias e que sejam desenhados para a gestão centralizada.

A tecnologia WiFi 6 (802.11ax) já é o padrão mínimo recomendado. Ela introduziu o OFDMA (Orthogonal Frequency-Division Multiple Access) e o MU-MIMO aprimorado, permitindo que o roteador se comunique eficientemente com vários dispositivos ao mesmo tempo, em vez de sequencialmente. Isso é essencial para escritórios com dezenas de usuários.

O padrão WiFi 7 (802.11be), embora ainda em fase de adoção, oferece um avanço ainda mais notável, com velocidades ultra-rápidas e latência baixíssima, sendo a escolha ideal para empresas que trabalham com realidade virtual/aumentada, edição de vídeo em 8K ou qualquer aplicação que exija a máxima performance de rede.

Marcas como Cisco (linha Meraki), Ubiquiti (linha UniFi) e TP-Link (linha Omada) são referências no segmento corporativo, pois não vendem apenas o roteador, mas sim um ecossistema de gerenciamento de rede completo.

Recursos essenciais de segurança e gerenciamento

Em um ambiente de trabalho, a rede WiFi é um alvo constante de ameaças. As funcionalidades de segurança e o modo como a rede é administrada são, muitas vezes, mais importantes do que a velocidade máxima.

Segurança de nível empresarial

Um roteador para empresas deve suportar, no mínimo, o protocolo de segurança WPA3-Enterprise. Isso oferece uma criptografia mais robusta do que o WPA2 padrão. Além disso, é fundamental a capacidade de criar múltiplas Redes Virtuais (VLANs) e SSIDs (nomes de rede) separados.

Por exemplo, uma VLAN para os funcionários, outra para a rede de visitantes (Guest Network) e uma terceira para os dispositivos IoT internos. Essa segmentação garante que se um dispositivo na rede de visitantes for comprometido, ele não terá acesso aos dados sensíveis da rede principal.

Gerenciamento centralizado (Controladoras/SDN)

A maior diferença entre um roteador doméstico e um empresarial está na forma de gerenciar o sistema. O modelo corporativo utiliza uma controladora (seja um hardware dedicado ou um software baseado em nuvem, conhecido como SDN – Software-Defined Networking). Esta controladora permite que o TI gerencie todos os Access Points e roteadores da empresa, mesmo em filiais diferentes, a partir de uma única interface. 

 

Isso simplifica a configuração de políticas de segurança, atualizações de firmware e monitoramento de desempenho, economizando um tempo inestimável da equipe de tecnologia.

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Tecnologia

Como conservar aparelhos eletrônicos por mais tempo

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Crédito:LordHenriVoton/istock
Crédito:LordHenriVoton/istock

Práticas simples de organização e proteção ajudam a evitar danos, preservar desempenho e prolongar a vida útil de dispositivos sensíveis

 

Os equipamentos tecnológicos presentes no cotidiano exigem atenção às formas de cuidado e conservação. Diferentemente de outros objetos, dispositivos eletrônicos respondem de maneira imediata a variações de umidade, poeira e temperatura. Detalhes aparentemente simples, como onde armazenar aparelhos eletrônicos ou em que condições são deixados, determinam a durabilidade de cada item.

 

Como armazenar corretamente seus aparelhos eletrônicos

 

A escolha do ambiente é um dos pontos principais ao armazenar aparelhos eletrônicos. Locais ventilados, protegidos do sol e com temperatura estável evitam danos provocados por calor excessivo ou umidade. Espaços que sofrem mudanças bruscas de clima aumentam o risco de oxidação e prejudicam o funcionamento de componentes internos.

 

Antes de guardar qualquer equipamento, a limpeza também merece atenção. Poeira acumulada atrapalha contatos, reduz o desempenho e pode até bloquear entradas. Um pano seco e macio costuma ser suficiente para remover partículas, evitando produtos líquidos ou abrasivos que possam danificar superfícies sensíveis. 

 

A proteção física completa o conjunto de cuidados básicos. Caixas originais continuam sendo uma das melhores alternativas, já que foram projetadas para acomodar cada item de forma segura. Estojos acolchoados e organizadores rígidos cumprem bem o papel de proteger e guardar dispositivos eletrônicos, especialmente aqueles mais frágeis.

 

Importância de armazenar corretamente

 

A forma como um aparelho é guardado influencia diretamente sua durabilidade. Circuitos eletrônicos são sensíveis e podem sofrer danos silenciosos quando expostos à umidade, ao calor ou ao acúmulo de poeira. Muitas falhas que aparecem ao longo do tempo têm origem justamente em períodos de armazenamento inadequado.

 

Outro ponto relevante é a preservação da estrutura física. Equipamentos pressionados por objetos pesados ou deixados próximos a fontes de calor podem sofrer deformações, rachaduras ou desgaste em conectores e baterias. No caso de dispositivos portáteis, armazenar com a bateria parcialmente carregada é uma prática que ajuda a evitar deterioração prematura.

 

Esses cuidados também estão ligados à segurança do ambiente. Locais improvisados, caixas sem ventilação ou armários muito fechados podem reter calor e umidade, criando condições propícias para curtos, corrosão e falhas internas, problemas que muitas vezes passam despercebidos até comprometer o funcionamento do aparelho.

 

Cuidados práticos para prolongar a conservação

 

Organizar os itens por categorias facilita o controle e ajuda a identificar o estado de conservação de cada equipamento. Embalagens com boa vedação são aliadas importantes no bloqueio de poeira e na estabilidade da umidade. Em regiões quentes ou períodos chuvosos, sachês de sílica gel podem reforçar a proteção.

 

A atenção deve ser maior em dispositivos com partes externas sensíveis, como conectores, botões, telas e pequenos componentes. Manter cada acessório seco e sem tensão nos cabos reduz o risco de desgaste. 

 

Entre os itens mais comuns no dia a dia, o fone de ouvido bluetooth merece destaque. Por possuir bateria interna e drivers delicados, é indicado guardá-lo sempre em estojos rígidos ou compartimentos acolchoados, protegidos do calor e da umidade. Essa simples prática ajuda a prolongar o desempenho e evita falhas inesperadas.

 

Para coleções maiores de equipamentos, uma organização segmentada torna o processo mais funcional. Etiquetas, caixas separadas e divisórias internas ajudam na identificação rápida e reduzem a possibilidade de quedas, impactos ou mistura de acessórios incompatíveis.

 

Armazenar bem é uma forma eficiente de preservar o investimento feito em tecnologia. Ao combinar cuidados simples, é possível reduzir riscos, prolongar a vida útil dos dispositivos e manter o funcionamento em boas condições.

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