Negócios
5 regiões do Brasil e um objetivo: democratizar o e-commerce trabalhando de casa
A Yampi se adaptou com muito sucesso ao trabalho remoto, e CEO diz não querer se limitar a barreiras regionais para contratar talentos
O home office e o formato híbrido estão se tornando comuns em empresas que antes não consideravam essas opções, indicando mudanças significativas no mundo do trabalho nos últimos anos. Hoje, as companhias entendem que é crucial considerar o bem-estar dos colaboradores e suas preferências; 75% das gerações Y e Z preferem trabalhar de forma híbrida ou remota, de acordo com uma pesquisa da Deloitte, e 71% dos jovens de até 24 anos considerariam procurar outro emprego caso fossem obrigados a trabalhar presencialmente diariamente, aponta o ADP Research Institute.
No entanto, mesmo na área de tecnologia, onde cerca de 37% dos profissionais preferem o trabalho remoto, segundo pesquisa da Robert Half, empresas como Apple, Microsoft e Google estão solicitando que os funcionários retornem ao escritório pelo menos três vezes por semana, levando isso em consideração nas avaliações de desempenho.
Mas isso não é regra para todas as empresas de tech, e muitas tiveram uma excelente adaptação ao trabalho remoto, implantando o modelo com sucesso e incentivando-o. Este é o caso da Yampi, empresa de tecnologia que nasceu em Ibitinga, no interior de São Paulo, e que tem como missão democratizar o e-commerce, oferecendo soluções que facilitam a criação e manutenção de lojas virtuais.
“Na Yampi, optamos por valorizar as habilidades das pessoas que contratamos, sem nos limitar ao local onde elas moram. Com isso conseguimos ter diversos talentos em diferentes cidades brasileiras, expandindo nossos processos seletivos e contribuindo com o objetivo da empresa de ter uma equipe mais diversa”, afirma Lucas Colette, CEO e fundador da Yampi.
Para os mais de 100 colaboradores, o modelo integralmente remoto tem funcionado muito bem. Patrícia Barbosa, analista de SEO, acredita que poder trabalhar de casa permitiu que ela evitasse o trânsito e o desgaste que o deslocamento de sua casa ao trabalho a proporcionava. “Com o trabalho remoto eu consigo ter muito mais tempo pra minha vida pessoal do que eu tinha quando trabalhava presencialmente. Basicamente, gastava umas três horas por dia para locomoção, mais uns 40 minutos para me arrumar para ir ao local de trabalho. Agora, tenho esse tempo para fazer coisas da minha vida pessoal, além de me sentir mais disposta no trabalho”, conta.
Já para Brenda Cristian, analista de suporte, a flexibilidade do trabalho fez com que ela repensasse outras dinâmicas de sua vida, como a cidade em que morava. “Estava morando há três anos em São Paulo quando comecei na Yampi, em janeiro deste ano, e hoje moro em Salvador”. Além dessa mudança, poder viajar quando quiser é outro fruto que Brenda colhe com o home office. “Se tem uma coisa que eu sou apaixonada é conhecer novos lugares, e o trabalho remoto proporciona essa flexibilidade, dando mais liberdade para o colaborador”, conta a analista que já esteve em Buenos Aires e João Pessoa apenas neste ano.
A flexibilidade também é um fator apontado por Carlos Bastos, devops na Yampi, que considera o modelo um sinônimo de liberdade. “Posso trabalhar de qualquer lugar, sem ficar preso a um local fixo, e posso também adequar meu horário às minhas necessidades. Isso me permite resolver tarefas pessoais, visitar a família e simplesmente viver mais minha vida enquanto cuido das responsabilidades profissionais”, afirma.
Mas seja no home office ou no presencial, em meio às incertezas que assolam os setores de tecnologia, como os inúmeros lay-offs que vêm ocorrendo na área, uma coisa é certa: a comunicação é peça-chave para um bom alinhamento interno e alcance de metas. “Mesmo com um time espalhado pelo Brasil, em que as reuniões se dão de forma online, a comunicação é uma área pela qual prezamos muito internamente, e acredito ser uma das principais mantenedoras da satisfação dos colaboradores e alcance de metas da companhia”, aponta Colette.
A Yampi, que teve um crescimento acentuado em 2020, em meio à pandemia, quando saltou de menos de 50 lojas cadastradas para mais de 1.000, hoje conta com cerca de 150 mil clientes ativos e pretende crescer em 35% até 2025. Apoiadora do trabalho home-office, a empresa tem o checkout líder em vendas no e-commerce.
Sobre a Yampi
A Yampi é uma empresa de soluções para aumento de conversão no e-commerce. Suas principais ferramentas são o Checkout Transparente, líder em vendas no país, e a plataforma de Loja Virtual, com diversos recursos para criação e gerenciamento de negócios online. Fundada em 2011, a Yampi já impulsiona os resultados de milhares de vendedores, facilitando também a criação de operações de dropshipping, modelo de vendas sem estoque. Com foco em democratizar o acesso ao e-commerce no Brasil, a Yampi está atuando para incluir públicos mais diversos no mercado. Em seu portfólio, conta com clientes como Knit, Bum Bum Cream e Hidratei.
Negócios
Tecnobank sobe 13 posições no ranking das melhores empresas de tecnologia do GPTW em 2025
Empresa recebe certificação Great Place to Work pelo sexto ano consecutivo e se consolida entre as empresas de médio porte no ranking nacional
A Tecnobank, líder no registro eletrônico de contratos de financiamento de veículos, conquistou pelo sexto ano consecutivo a certificação Great Place to Work (GPTW) e subiu 13 posições no ranking nacional das melhores médias empresas de Tecnologia da Informação para trabalhar no Brasil.
De acordo com a gerente de Pessoas & Cultura, Monalisa Alcantara, o resultado reforça o amadurecimento da cultura organizacional e o compromisso contínuo com um ambiente de trabalho saudável, colaborativo e inclusivo, sustentado por uma gestão baseada em escuta ativa e proximidade com as pessoas.
“Estar novamente entre as melhores empresas de Tecnologia para trabalhar e ainda avançar 13 posições no ranking é um reconhecimento muito especial para nós. Esse avanço mostra que estamos no caminho certo ao colocar as pessoas no centro das decisões, ouvindo nossos times e ajustando práticas para que cada um se sinta respeitado, acolhido e com espaço para se desenvolver”, afirma. “A premiação confirma o compromisso diário com um ambiente onde as relações são genuínas e a confiança é construída na prática”, ressalta.
Monalisa também ressalta o impacto do reconhecimento para a marca empregadora. “Quando a GPTW nos certifica pelo sexto ano seguido, isso envia ao mercado uma mensagem importante ao mercado: a Tecnobank é um lugar onde vale a pena construir carreira. Isso fortalece nossa capacidade de atrair e reter profissionais alinhados aos nossos valores e ao propósito de transformar, com tecnologia e segurança, a experiência de financiamento de veículos no Brasil”, completa.
Sobre a certificação GPTW
A certificação Great Place to Work é concedida com base na percepção dos colaboradores a partir da pesquisa de clima e da análise das práticas de gestão de pessoas das empresas participantes. O reconhecimento consecutivo e a ascensão no ranking reforçam que as iniciativas da Tecnobank em bem-estar, desenvolvimento e inclusão têm gerado melhores experiências aos colaboradores e impacto consistente nos resultados do negócio.
Negócios
A força do jeans nacional: como Dienithon Monteiro eleva o Brasil ao cenário global
A indústria de jeans brasileira consolida-se como uma das mais influentes do mundo, destacando-se pela combinação entre criatividade, tecnologia e alto padrão de qualidade. Esse conjunto tem colocado o país no radar de nações tradicionalmente fortes no setor têxtil, como a Itália, abrindo portas para parcerias estratégicas e integração em cadeias globais de valor. Nesse cenário competitivo, profissionais especializados têm desempenhado papel decisivo na modernização e no crescimento das empresas nacionais. Entre eles, ganha relevância a atuação de Dienithon Monteiro, reconhecido por sua contribuição técnica e estratégica para o avanço do jeanswear brasileiro.
Com passagem marcante pela Pit Bull Jeans, Monteiro acumulou resultados expressivos. Sob sua liderança, a empresa registrou crescimento de 30% no faturamento em apenas um ano, além da expansão de 10% na base de clientes em todo o território nacional. Ele também foi responsável pela estruturação e gestão de uma rede de 23 representantes comerciais, desempenhando um trabalho que reforçou a presença da marca nos principais pólos varejistas do país. “Em grandes centros comerciais, as vendas de jeans podem representar quase 26% do total do segmento de roupas, demonstrando sua alta demanda”, explica.
Monteiro destaca que o sucesso do setor não é fruto do acaso, mas de uma combinação de processos eficientes e proximidade com o mercado. “Estruturar um departamento desde o início é fundamental em conjunto com uma equipe altamente capacitada, definindo políticas comerciais, estratégias de vendas e padrões operacionais. Liderei uma equipe distribuída em diversos estados brasileiros, realizando visitas semanais para supervisionar, orientar e garantir alinhamento com os objetivos corporativos”, detalha. Segundo ele, as convenções anuais com representantes, compostas por treinamentos, palestras motivacionais e visitas à fábrica, foram essenciais para promover integração e engajamento.
O jeanswear, que historicamente ocupa lugar de destaque entre os artigos de vestuário, continua em trajetória de expansão no país. O setor gera milhares de empregos diretos e indiretos e movimenta cifras bilionárias. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o segmento têxtil nacional representa uma das maiores cadeias produtivas do hemisfério sul, e o jeans corresponde a uma fatia significativa desse volume econômico.
Para especialistas, o bom desempenho do setor está diretamente ligado à capacidade de adaptação das empresas diante das novas exigências do mercado global. Dienithon Monteiro, administrador com especialização em Gestão em Marketing e Vendas pela FATAP, avalia que o momento exige atenção constante às tendências internacionais. “O setor necessita e busca inovação, com foco em sustentabilidade e novas tecnologias de produção para atender às demandas de consumo e manter sua relevância no mercado mundial”, afirma.
Com investimentos em tecnologia, processos mais sustentáveis e liderança qualificada, o Brasil reforça sua posição como referência em jeanswear. A atuação de profissionais como Dienithon Monteiro evidencia que inovação, gestão estratégica e conexão com o mercado são pilares fundamentais para manter o país no centro das discussões globais do setor têxtil.
Negócios
Quando investir custa menos do que comprar um celular novo
Na Black Friday, franquias de baixo custo ganham espaço como alternativa para transformar 13º salário em renda recorrente
Com o início das promoções de Black Friday, grande parte dos consumidores volta os olhos para eletrônicos, especialmente smartphones. Mas um movimento paralelo começa a ganhar força: o interesse em transformar o dinheiro do 13º salário em investimento, não em consumo. E, nessa virada de mentalidade, o franchising de baixo custo desponta como alternativa para quem quer empreender com risco reduzido e retorno mais previsível.
Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor cresceu 14,2% no segundo trimestre de 2025, movimentando R$ 69,9 bilhões. O avanço é puxado principalmente por modelos mais acessíveis, que permitem iniciar uma operação estruturada sem necessidade de ponto físico e equipe robusta. Nesse contexto, algumas redes vêm adotando estratégias agressivas para atrair novos empreendedores durante o mês de novembro.
A Azul Empréstimo, referência nacional em crédito consignado, financiamento, consórcios e seguros, anunciou uma campanha especial de Black Friday com desconto de R$ 5 mil em todas as modalidades de franquia. No modelo Home Office, o investimento cai de R$ 15.900 para R$ 9.900, valor inferior ao de grande parte dos smartphones lançados neste ano. A promoção é válida de 1º a 30 de novembro de 2025.
Para além do preço reduzido, o apelo está no custo de oportunidade. Enquanto um celular tem depreciação imediata e precisa ser substituído em poucos anos, uma operação de franquia pode gerar renda recorrente, seja como atividade principal ou complementar. O modelo home office da rede, por exemplo, tem faturamento médio entre R$ 50 mil e R$ 150 mil mensais, com retorno estimado entre seis e doze meses.
“Há uma mudança cultural silenciosa acontecendo. O brasileiro está começando a perceber que o consumo imediato traz satisfação rápida, mas não constrói futuro. Já o investimento certo pode representar autonomia financeira, independência de carreira e previsibilidade de renda”, explica Kácio Tokumoto, cofundador da marca.
Ao contrário de iniciar um negócio sozinho, onde o empreendedor precisa aprender tudo pela primeira vez, o modelo de franquia oferece suporte, treinamento, processos prontos e acompanhamento, reduzindo risco operacional. É esse fator que tem atraído tanto profissionais que desejam deixar o emprego formal quanto pessoas que buscam uma segunda fonte de renda.
Em um cenário econômico onde o crédito segue caro e o custo de vida pressionado, a decisão entre consumir agora ou investir no próprio futuro se torna mais evidente. Para muitos, a Black Friday deste ano não será sobre o que comprar, mas sobre o que construir.
Raio-X da Azul Empréstimo
Modelo Home
Investimento inicial: a partir de R$ 15,9 mil
Faturamento médio mensal: até R$ 150 mil
Lucro líquido mensal por unidade: 8% a 15%Royalties: Isento
Fundo de publicidade: Isento
Prazo de retorno do investimento: 6 a 12 meses
Prazo do contrato: 5 anos
Sobre a Azul Empréstimo
Fundada em 2010, a Azul Empréstimo é uma rede de franquias especializada em crédito consignado, pessoal, financiamento, consórcios, seguros e produtos exclusivos como AzulPay e Azulsolar. Com mais de 780 unidades em operação em todo o Brasil, oferece modelos de negócio flexíveis, suporte humanizado e treinamento diferenciado para seus franqueados, atuando com ética, transparência e foco em resultados.
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