Pulgas e carrapatos: especialista dá dicas de como lidar com parasitas no corpo humano

Ana Silva
Ana Silva
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Pulgas e carrapatos: especialista dá dicas de como lidar com parasitas no corpo humano

Sabemos que por mais que os bichinhos de estimação sejam muito bem cuidados, é impossível evitar com que não contraiam carrapatos ou pulgas ao longo de sua vida. Diante disso, a Dra. Valeska Rodrigues, professora de Medicina Veterinária da UNIFRAN, orienta e fornece dicas de como evitar e cuidar dos animais e do organismo humano nestas ocasiões.

Segundo a docente, pulgas e carrapatos são parasitas externos comumente encontrados nos animais. “É normal que a presença desses organismos preocupe os pais de pets, pois podem gerar graves consequências para os bichinhos e seus donos, como coceiras, infecções, feridas, alergias e até ocasionar uma doença mais grave como a Erliquiose e Babesiose em animais e Doença de Lyme e Febre Maculosa em pessoas”, explica.

As pulgas, por exemplo podem picar humanos e algumas espécies de carrapatos podem fixar-se na pele. O carrapato do cachorro não é um deles, porém os cães podem ter os carrapatos de outras espécies, podendo migrar para o corpo de seus donos. “Muitas pessoas pensam que é impossível atrair estes parasitas em humanos, mas a verdade é que todo cuidado é pouco. Estes podem ser localizados nas axilas, articulações ou nas dobras da pele, como sob os seios ou na virilha”, diz a Dra. Valeska.

A docente destaca ainda que o tratamento das enfermidades transmitidas por carrapatos tem como base o antibiótico, porém costumam ter sinais graves com risco de óbito. Já as consequências das picadas são tratadas com medicamentos para minimizar os sinais clínicos.

Mais importante que o tratamento, é a prevenção destes parasitas, pois este tipo de praga pode permanecer no organismo durante meses. “A melhor prevenção é tratar o local onde os animais vivem, pois cerca de 90% dos ectoparasitas vivem no ambiente. Importante utilizar medicamentos protetivos para os animais, com ectoparasiticidas, sprays, shampoos, coleiras repelentes e em casos mais graves procurar um profissional da saúde”, finaliza a Dra. Valeska.



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Por Ana Silva
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